Análise: Mercedes-Benz Classe C Touring

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Classe C Touring. Qual o público dela, afinal?

A Mercedes-Benz sempre foi esperta. Nunca deu ponto sem nó e sempre criou moda e lançou tendências, seguidas por várias outras marcas posteriormente. Mas agora, em uma “simples” renovação da mais vendida perua de sua linha, a mão não parece ter sido completamente acertada. E isso é mais uma questão pessoal.

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Eu sempre tive em minha mente que a Mercedes-Benz significasse luxo e imponência, com tradicionalismo. Por outro lado, a BMW, para mim, sempre foi a marca do luxo e da esportividade. Mas, me pergunto: que diabos a Mercedes-Benz está tentando fazer ao lançar seus novos modelos?

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A marca da estrela de três pontas está claramente querendo bater de frente com a rival bávara. Uma pena. A Mercedes-Benz parece ter perdido seu alvo. O Classe C não ficou nem um grandioso esportivo, nem um sedan imponente de luxo. Os faróis de mini-Classe S são belos, mas… o que dizer da traseira? O que comentar sobre as lanternas estranhas? A Mercedes está tentando fazer algo que nunca fez antes: fazer de seus sedans de luxo sinônimos de esportivos. E em toda a história da marca, nenhum de seus três-volumes o fez de boa maneira, tendo modelos exclusivamente para isso (CL, CLK, CLS, SL, SLK, SLR…).

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Então, quando se entra em um Classe C, você logo lembra que está em um Mercedes-Benz. Luxo e mimos para todos os lados. E o volante com estilo recortado e miolo pronunciado não lhe parece estranho. Também não parece ter ouvido falar de um equipamento que engloba várias funções em apenas um? É, eu já vi o sistema iDrive da BMW, muito criticado pelos rivais e pela imprensa, e que parece estar sendo seguido (pra não dizer copiado).

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Na minha concepção, uma coisa é seguir tendências, como entrar em novos segmentos, investir em tecnologia ecologicamente correta, criar desenhos mais agressivos mesclando linhas retas e curvas. Outra é fazer uso de uma tecnologia totalmente desenvolvida pela maior rival, criticá-la e colocá-la em seus carros.

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Saindo um pouco do estilo, vamos ao que ela oferece. Aí, é impossível que não me agrade: a vasta gama de motores, os vários equipamentos e toda a parafernália tecnológica que os Mercedes-Benz sempre foram referência em ter. Ótimo, eu acho isso perfeito. Bom espaço interno, conforto, segurança e performance interessante (quem precisa de um motor superpotente o tempo todo?).

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Se me dessem uma dessa, eu não reclamaria jamais. Mas com o dinheiro que pedem, não sei se pagaria. A traseira me lembra a antiga geração do Skoda Fabia Combi e o interior, apesar de elegante e bonito, não parece de um modelo familiar da Mercedes-Benz.

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Sinceramente? Acho BMW Série 3 Touring, Audi A4 Avant, Volkswagen Passat Variant e Volvo V50 relativamente melhores. Podem até não oferecer tudo o que a C Touring traz, mas, com certeza, me agradam muito mais.

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2 Respostas para “Análise: Mercedes-Benz Classe C Touring”

  1. ricardinho Disse:

    eu por mim prefiro a mercedes ao contrario dos outros k nao vêm o k é bom

  2. francisco Disse:

    para mim a mercedes é a melhor . eu tenho a nova carrinha classe c qe e´um espectaculo. espermentem e depois logo veram se nao e bem confurtavel

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