Effa M100 é lançado; a partir de R$ 22.980

10/06/2008

A Effa Motos anunciou ontem (10) que começará a vender o M100 no Brasil a partir desta semana. O modelo conta com diversos equipamentos, motor 1.0 e passa a ser o automóvel mais barato comercializado em terras tupiniquins. A representante chinesa também aproveitou o anúncio do lançamento do M100 para mostrar a ULC, a linha de utilitários compactos da marca, nas versões Furgão/Van e Picape.

M100

O M100 passou a ser o modelo mais barato do país. Com preço tabelado em R$ 22.980, o compacto traz ar-condicionado, direção com assistência hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas e CD Player. O sistema de freios tem discos na dianteira e tambor auto-ajustável na traseira.

Nas medidas, o M100 conta com 3,56 metros de comprimento, 1,60 m de altura, 1,67 m de largura e 2,33 m de distância entre eixos. São 320 litros de capacidade no compartimento de bagagem, que podem chegar a 904 litros com os bancos rebatidos. O tanque de combustível conta com 42 litros. Para movê-lo, um motor de quatro cilindros e 970 cm³ (1.0) desenvolvido pela Suzuki é oferecido. Ele gera 47 cv (3.500 rpm) e conta com transmissão manual de cinco velocidades. O modelo é fabricado na China pela Changhe Automobile.

ULC

A linha ULC da Effa lembra os modelos Towner e os furgões vendidos atualmente pela Chana no Brasil. Eles são vendidos nas versões furgão (carga e passageiros) e picape, partindo de R$ 19.980 (picape) e R$ 25.980 (furgão), ambos com 780 kg de capacidade de carga. A versão para transporte de passageiros leva até sete pessoas e custa R$ 27.980.

A sigla ULC significa Urban Light Commercial (Veículo comercial leve urbano, em inglês). Os modelos desta linha têm 1,49 m de largura, 1,80 m de altura e distância entre-eixos de 1,96 m. O comprimento é a única medida diferente, sendo 3,72 metros nas versões furgão/van e 3,64 m na picape. O reservatório de combustível tem capacidade para 36 litros e o motor que os move é o mesmo 1.0 de 47 cv do M100. Os veículos ULC são produzidos pela chinesa Hafei Auto.

GALERIA

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Sandero em mais cinco países da América Latina

10/06/2008

A Renault anunciou que venderá também o Sandero em outros cinco países da América Latina em breve. O hatch, que compartilha plataforma e outros componentes com o Logan, deve ser vendido no México, na Venezuela, no Equador, no Peru e no Chile em breve. A marca francesa não revelou quando o Sandero chegará às lojas destes países, mas já se sabe onde o modelo destinado a eles será produzido: na planta da marca em Medellín, na Colômbia.

O que se desconhece, no entanto, é como o Sandero chegará ao mercado mexicano, visto que o Logan é vendido por lá pela Nissan com o nome de Aprio (o Clio Sedan também era comercializado pela marca francesa, com o nome de Platina). Como a Renault oferece os Clios de segunda e terceira geração, ganha força a possibilidade de o Sandero também estar presente nas concessionárias da Nissan no México. Com a boa aceitação do modelo na Argentina e no Brasil nos primeiros meses de comercialização, a marca projeta cerca de 30 mil unidades anuais saindo da linha de montagem colombiana.


Novo Golf será mais barato de se produzir

10/06/2008

A nova geração do Golf será mais barata de se fabricar que a atual. Anteriormente, esta informação era tratada apenas como rumor, mas o alto custo de fabricação do modelo atual fez com que o boato ganhasse força. Assim, o motivo que impediu a produção da quinta geração do hatch médio da Volkswagen no Brasil cai e o que já é esperado está cada vez mais próximo: o novo modelo deve mesmo ser fabricado por aqui também.

Não era novidade que a Volkswagen estava descontente com o alto custo de produção do modelo. Quando o desenvolveu, a marca acreditava que seus custos seriam diminuídos ao longo do tempo, o que não ocorreu. O fato se deve ao alto nível de construção do modelo para o segmento. De acordo com o periódico alemão Frankfurter Allgemeine Zeiting, os números economizados já são conhecidos: 1.165 euros. Um dos principais pontos que a Volkswagen pretende explorar é a manutenção de componentes utilizados no atual modelo, para amortecer custos.

Para se ter uma noção do quão complexa se tornou a produção da quinta geração do Golf, ele levou dois anos para se tornar economicamente viável e rentável à Volkswagen. A plataforma atual também tem muita qualidade, à frente de alguns veículos do mesmo segmento, e deverá ser mantida na próxima geração. É mais ou menos o que fez a Mercedes-Benz com o novo CLC, que manteve a base mecânica do SportCoupé.

Porém, o “tiro” da Volkswagen pode sair pela culatra. O renovado Ford Focus segue com força total no Velho Continente, o Peugeot 308 foi recém-lançado e a Renault já finaliza o novo Mégane para lançá-lo ainda este ano. Também não é segredo que a Opel já trabalha profundamente no novo Astra. Se o calendário de lançamentos da Volkswagen não for alterado, a sexta geração do Golf chega à Europa no ano que vem, devendo ser fabricada em 2010 no Brasil.


Tata e Mahindra brigam pela compra da Hummer

10/06/2008

Após o anúncio de que fecharia quatro fábricas na América do Norte e que poderia vender a Hummer, a General Motors abriu espaço para rumores – e ofertas de grandes empresas pela tradicional marca de jipes. Segundo informações da imprensa norte-americana, a fabricante que se destacou pelo utilitário de uso militar pode parar na mão de uma das grandes empresas indianas: ou da parceira da Renault, Mahindra, ou da proprietária de Land Rover e Jaguar, a Tata Motors.

Segundo informações, a duas empresas teriam chances iguais de terminar com os direitos de produzir os modelos da Hummer. A Tata Motos tem ganho os holofotes, devido ao controle de Jaguar e Land Rover e ao lançamento do carro mais barato do mundo, o Nano. A Mahindra é menos conhecida por aqui, mas tem boa fama no mercado indiano e começou a operar recentemente no Brasil, com veículos utilitários fabricados na região Norte.

A decisão da GM tem forte influência econômica. O consumidor norte-americano, por exemplo, está mudando seus costumes devido ao alto preço do petróleo e optando por veículos que consumam menos, o contrário do que oferecem os jipes da Hummer. Outra prova está nas baixas vendas das picapes da Série F, da Ford, que perderam a liderança do mercado dos Estados Unidos para modelos menores. Agora, a linha amarga uma posição relativamente longe do topo, para quem este por lá durante 22 anos, atrás de veículos como Civic e Camry.


Família Logan chega a 1 milhão

10/06/2008

Finalmente, a linha Logan chegou à marca prevista de um milhão de unidades comercializadas durante os quatro anos de produção. Os valores representam os números de todos os veículos que a empresa fabrica mundo afora e suas variações, sejam elas perua (MCV), van, picape e hatch (Sandero). A expectativa é de que os números cresçam ainda mais com o lançamento do Sandero na Europa e da reestilização do Logan, que deve chegar em julho às lojas do Velho Continente.

De acordo com dados fornecidos pela Dacia, os países que mais produzem o Logan são: Romênia, com 223 mil veículos; Rússia, com 72.700; Brasil, 47.391; Colômbia, 24.643; Marrocos, 18.856 e Índia, 18.100. Os números relativos à produção do modelo no Irã não foram revelados. Romênia, Rússia, França, Índia, Alemanha e Brasil são os principais mercados para os modelos e novidades para este último são esperadas para breve.


F1: Danica Patrick testará pela Honda

10/06/2008

Danica Patrick, a primeira mulher a vencer uma corrida da Indy Car, pode chegar à Fórmula 1 na próxima temporada. Ela testará um monoposto da Honda em novembro, em circuito ainda a ser decidido, e tem boas chances de conduzir um carro em 2009 na mais charmosa categoria do automobilismo mundial. A revelação feita pelo diretor da equipe japonesa Nick Fry vai ao encontro das declarações de Bernie Ecclestone em um passado recente, relacionadas às mulheres pilotando na Fórmula 1.

Fry revelou o teste ao jornal austríaco Kronen Zeitung e confirmou que será em novembro. “Vamos colocá-la no carro ao final da temporada e veremos o quão rápida ela é”, informou ao periódico. Danica Patrick se revelou entusiasmada com o teste e falou sobre o passado. “Pediram para que eu fizesse uma apresentação no GP dos EUA há algum tempo, mas não fui. Não queria ser espetáculo, algo ’sobrenatural’”, afirmou. A piloto norte-americana deve fazer o teste em Jerez de La Frontera ou Barcelona, ambos na Espanha.


F1: Kubica vence no Canadá

10/06/2008

Robert Kubica venceu o Grande Prêmio do Canadá, disputado neste domingo (9) a partir das 14 horas (horário de Brasília). O polonês conquistou sua primeira vitória na categoria após uma prova conturbada, com erros de adversários e batidas e uma pilotagem brilhante. Kubica também assumiu a liderança do campeonato de pilotos. O brasileiro Felipe Massa chegou na quinta colocação e é o terceiro no mundial.

Lewis Hamilton tinha tudo para vencer a prova. Largando na primeira posição, o inglês entrou nos boxes junto com outros pilotos após o sinal de que o Safety Car entraria nas pistas. Na saída, com o sinal vermelho, Robert Kubica e Kimi Raikkonen pararam na linha branca. Hamilton não freou e acertou o carro da Ferrari, fazendo com que ele e Raikkonen abandonassem a prova. Nico Rosberg também não conseguiu frear e quebrou o bico na McLaren de Hamilton, mas se manteve na pista. Pela barbeiragem, Hamilton pediu desculpas a Raikkonen e teve uma pena dura: perderá 10 posições no grid de larga da próxima prova, a ser disputada na França no final de semana do dia 21 de junho.

Após a batida dos dois primeiros colocados do campeonato de pilotos, Felipe Massa tinha tudo para conseguir um bom resultado e ficar na dianteira da disputa entre os condutores. Porém, após uma falha de reabastecimento, o brasileiro teve de retornar aos boxes e perdeu várias posições. Mesmo assim, em uma corrida de recuperação, conseguiu um bom resultado àquela altura. Em uma curva, Massa conseguiu ultrapassar Rubens Barrichello e Heikki Kovalainen e terminou na quinta colocação.

Outro que se destacou na disputa foi Nick Heidfeld. Após a parada dos primeiros colocados, devido à bandeira amarela balançada após o acidente de Adrian Sutil, o alemão assumiu a primeira colocação. Ele precisou parar nos boxes para reabastecimento, deixando a ponta para Rubens Barrichello. Heidfeld terminaria a corrida na segunda colocação e ajudaria a BMW a chegar ao segundo lugar entre as escuderias da Fórmula 1. Barrichello terminou em sétimo e Piquet bateu.

Confira abaixo os pilotos que terminaram o GP do Canadá, realizado em Montreal.

1 – Robert Kubica (BMW) – 1h36min24s447
2 – Nick Heidfeld (BMW) a 16s495
3 – David Coulthard (Red Bull) a 23s352
4 – Timo Glock (Toyota) a 42s627
5 – Felipe Massa (Ferrari) a 43s934
6 – Jarno Trulli (Toyota) a 47s775
7 – Rubens Barrichello (Honda) a 53s597
8 – Sebastian Vettel (Toro Rosso) a 54s120
9 – Heikki Kovalainen (McLaren) a 54s433
10 – Nico Rosberg (Williams) a 54s749
11 – Jenson Button (Honda) a 1min07s540
12 – Mark Webber (Red Bull) a 1min11s299
13 – Sebastien Bourdais (Toro Rosso) a uma volta

Com os resultados, Robert Kubica é o novo líder. O polonês conta com 42 pontos, seguido por Lewis Hamilton e Felipe Massa com 38 e Kimi Raikkonen com 35. Entre as equipes, a Ferrari se mantém na ponta, com 73 pontos, seguida por BMW (70) e McLaren-Merceds (53).


Bentley Continental Flying Spur

10/06/2008

A Bentley renovou a linha Flying Spur do Continental para 2009. O sedan britânico ganhou modificações nos componentes de decoração e novos equipamentos passaram a ser disponibilizados. Além disso, mudanças nas motorizações também foram feitas, assim como na carroceria, para aprimoramentos no visual. Ainda assim, o Flying Spur mantém os 5,3 metros de comprimento, sendo a versão sedan do cupê Continental GT.

Por fora, o Flying Spur sofreu uma série de pequenas mudanças para atualização no estilo. A grade dianteira, por exemplo, diminuiu e está menos extravagante. A parte inferior do pára-choque dianteiro, onde estão as tomadas de ar, também é diferente do veículo vendido até então. Na traseira, a mesma peça conta com detalhes cromados na parte posterior. Detalhes cromados estão presentes também em volta das lanternas. O isolamento acústico da carroceria também foi aprimorado, mediante modificações nas caixas de roda e na parte inferior do veículo.

Entre outras novidades mecânicas, o Flying Spur conta com sistema de suspensão revisto, que teve a rigidez dos amortecedores recalibrada. Molas e barras estabilizadoras também foram modificadas. Em conjunto, o controle de estabilidade (ESP 8.1) conta com um novo modo de funcionamento que interfere menos no controle do veículo (“Sport Traction”). As rodas de liga leve são de 19 polegadas e calçam pneus Pirelli UHP. Como opção, modelos de 20 polegadas e freios a disco de cerâmica que, segundo a Bentley, duram por toda a vida útil do modelo. Eles funcionam em conjunto com pastilhas que duram o dobro do tempo.

No que diz respeito aos equipamentos, o modelo conta com um novo controlador de velocidade ativo, que acelera e frea automaticamente. O sistema de auxílio de estacionamento, com sensores, também conta com indicação visual, antes contava apenas com ajuda por sons. Um novo equipamento de som opcional, desenvolvido pela Naim, conta com 15 alto-falantes, capaz de ler aquivos em Mp3 e com portas compatíveis com outros aparelhos móveis e iPod. Segundo a Bentley, trata-se do sistema de áudio mais potente de um veículo de produção em série. Ainda como opção, há um sistema de entretenimento para os passageiros dos bancos traseiros, com duas telas de 7 polegadas atrás dos apoios de cabeça. O sistema é capaz de comportar até seis discos de DVD e traz dois pares de fones de ouvido. Atrás, aliás, os bancos podem comportar 3 ou 2 passageiros, dependendo da opção do comprador. Os assentos posteriores contam com ajustes elétricos, sistema de massagem e calefação.

O Flying Spur oferece três opções de cores (“Havana”, “White Sand” e “Onyx”) e quatro combinações de pintura mesclada (“Havana”, “Dark Sapphire”, “Onyx Sand” e “Midnight Emerald”). Assim como o Continental GT, o sedan compartilha componentes com o Volkswagen Phaeton. Apesar disso, o Flying Spur não tem as mesmas medidas dos outros. A distância entre eixos, por exemplo, é de 3,07 metros no sedan da Bentley, contra 2,75 m do cupê e 2,88 m da limunise alemã.

A gama 2009 do modelo mantém a única opção de motorização. Trata-se de um doze cilindros em W com 6 litros e sobrealimentação por dois turbocompressores. Ele gera 560 cv de potência máxima (1 cv a mais que a linha anterior) e trabalha em conjunto com uma transmissão automática de seis velocidades fabricada pela ZF. No Phaeton, este motor não conta com turbo e oferece 450 cv. Há ainda uma versão mais voltada à potência, batizada de Speed. São 611 cv nas quatro rodas, que fazem o sedan acelerar de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e alcança 322 km/h.

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