Dodge RAM paralisada por duas semanas

13/06/2008

A cada dia, novos modelos “sofrem” com a alta do petróleo no mundo. As maiores vítimas têm sido os grandes modelos vendidos nos Estados Unidos, devido ao alto consumo de seus motores. Alguns veículos estão com os dias contados, outros são modificados para se adequar à nova realidade. Foi isso que aconteceu com a Dodge RAM. A picape de grande porte produzida no México teve a produção congelada por duas semanas.

As vendas da Dodge RAM caíram surpreendentes 25% no mês passado. Com isso, cerca de 2 mil trabalhadores da planta de Saltillo, no México, onde a picape é produzida, ganharam “férias coletivas” de duas semanas. Eles devem voltar ao trabalho no dia 23 de junho. A planta mexicana produzidu aproximadamente 170 mil unidades da RAM. Porém, segundo o presidente da Chrysler, Robert Nardelli, disse que a produção necessitava de ajustes para ficar de acordo com a baixa demanda do mercado.

Para melhorar os números e a reputação, a Dodge está agilizando o lançamento da nova geração, de linhas já conhecidas do público norte-americano (veja aqui). O modelo 2009, segundo a fabricante, tem consumo menor que o modelo produzido atualmente. A Dodge não é a única fabricante a tomar medidas diante da “crise” dos veículos maiores. GM e Ford oferecem incentivos aos compradores de picapes e SUVs, enquanto Nissan, Toyota e Honda estão trocando ou já trocando a produção destes veículos de suas plantas por automóveis de passeio, onde isto é possível.


Peugeot pode vender nos EUA

13/06/2008

A Peugeot pode (re)começar a vender veículos nos Estados Unidos, de acordo com publicações européias. A marca francesa poderia comercialziar alguns automóveis na terra do Tio Sam devido à crescente procura por carros menores e com consumo mais comedido. A ação nos EUA não seria a prioridade na lista de atitudes a serem tomadas pela PSA, mas participar do maior mercado do mundo, com modelos que atraiam os consumidores locais, é algo que não se pode ignorar.

Segundo as mesmas publicações européias, a diretoria da Peugeot teria declarado que só se a procura por veículos movidos a diesel crescesse de forma consistente para que a empresa tente conquistar clientes nos Estados Unidos novamente. Para a fabricante francesa, tal opção seria a melhor, devido à modernidade que seus motores a diesel têm e às emissões de poluentes e consumo menores que oferecem. Porém, a prioridade da Peugeot, no momento, seriam os mercados chinês e sul-americano, apesar de haver grandes chances de o sucessor do 407 ser fabricado em alguma das plantas da Mitsubishi, parceria da PSA, na América do Norte.


Híbrido plug-in da Toyota em 2010

13/06/2008

Apesar do problema que vem enfrentando devido à falta de baterias que está reduzindo os números de venda do Prius, a Toyota continua planejando seus avanços dentro de um dos mais promissores segmentos no mundo automotivo dos últimos anos: o de veículos elétricos. A grande novidade da marca é um modelo híbrido que pode ser recarregado em tomadas de energia comuns, que, segundo a marca, chega ao mercado em 2010.

O novo modelo da Toyota já tem mercados definidos: Europa, Japão e Estados Unidos. Porém, há indecisão na escolha do nome do veículo. Sabe-se que este será o primeiro veículo da marca com recarregamento por tomadas de energia comuns. A próxima geração do Prius também contará com esta tecnologia, mas não desde o lançamento. As baterias de íon de lítio do novo modelo serão feitas pela japonesa Matsushita, em acordo assinado recentemente com a conterrânea Toyota. A gigante nipônica até criou um novo conselho para desenvolver baterias mais eficientes que as atuais.


Subaru Tribeca II no Brasil

13/06/2008

O Grupo Caoa, de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que já representa a Hyundai no Brasil, está tomando as decisões para tornar a Subaru mais atraente no país. Depois do lançamento do Impreza, a fabricante japonesa começou a vender no país o Tribeca, utilitário-esportivo de grande porte e bom acabamento, disponível com motor 3.8. Rival à altura de veículos como o Hyundai VeraCruz, ele chega por R$ 198 mil.

O Tribeca traz, sob o capô, um 3.8 litros de seis cilindros contrapostos, capaz de gerar 258 cv. Ele trabalha em conjunto com uma caixa de câmbio automática de cinco velocidades. Como todo automóvel da Subaru, o utilitário-esportivo conta com tração integral. O sistema é o mesmo dos outros modelos, que funciona de modo assimétrico. Ele se adapta às condições do piso e confere o melhor resultado em aderência e estabilidade.

A carroceria do Tribeca aparenta robustez. Na dianteira, o estilo ousado das três grades da geração anterior dá lugar a um visual mais comportado, mas de igual agressividade. A grande grade frontal e o pára-choque pronunciado trazem esportividade. Nas laterais, estilo mais sóbrio que o apresentado na parte dianteira. Atrás, lanternas horizontais, como os faróis, quinta porta e pára-choque vincados e acabamento inferior em preto.

Por dentro, o Tribeca confere alto conforto aos passageiros. De acordo com a Subaru, ele sai com faróis de xenônio, assentos com sistema de aquecimento e regulagem elétrica, aparelho de som com disqueteira e conexão para equipamentos de áudio externos como iPod, equipamento de navegação e câmera traseira para auxílio em manobras de ré. Há espaço para sete passageiros e a terceira fileira de bancos é dobrável, para aumentar a capacidade no porta-malas. O painel segue o estilo típico da Subaru, com linhas ergonômicas e uso de curvas.

O desempenho do novo SUV também é bom. Apesar de seu alto peso, o 3.8 de 6 cilindros garante que ele acelere de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e alcança 207 km/h de velocidade final.

GALERIA

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