Audi R8 no Brasil

18/06/2008

A Audi Brasil Distribuidora de Veículos apresentou ontem (17) à imprensa o superesportivo R8, que começa a ser vendido no Brasil pela bagatela de R$ 555 mil. Equipado com um motor de 8 cilindros, o modelo terá apenas 20 unidades comercializadas anualmente em terras tupiniquins. Sua apresentação ocorreu em um evento no Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e contou com a presença de revendedores e outros convidados.

Para começar, o R8 é o primeiro superesportivo de calibre fabricado pela Audi. Além disso, o modelo traz outros detalhes inéditos dentro da empresa das quatro argolas, como a utilização do logotipo no capô. Ele também herda o nome do automóvel que venceu por cinco vezes a tradicional prova das 24 Horas de Le Mans (2000, 2001, 2002, 2004 e 2005). Seu estilo moderno também veio de um carro já visto antes, o conceito Le Mans, apresentado em 2003 no Salão de Frankfurt.

Para movê-lo, o R8 traz um 4,2 litros de oito cilindros em V e 420 cv de potência máxima (7.800 rpm) posicionado na parte central da carroceria. O torque gerado pelo propulsor é de 43,8 kgfm (disponibilizados entre 4.500 e 6.000 rpm). O sistema de tração é integral Quattro e há duas opções de transmissão: a manual de seis velocidades ou a automática seqüencial RTronic de dupla embreagem.

Como já mencionado, apenas 20 unidades do R8 serão vendidas anualmente no Brasil. Esta estratégia pode causar um certo descontentamento, visto que já há 30 compradores esperando pelo modelo. Todos eles desembolsarão 555 mil reais, valor menor em R$ 45 mil do que o projetado anteriormente pela Audi (eram, antes, R$ 600 mil). A planta onde o R8 é produzido, em Neckarsulm, Alemanha, fabrica 15 veículos por dia. Seus principais concorrentes, no Brasil, serão os Porsche 911 Turbo e GT3, o Maserati Grandsport e o Jaguar XKR, entre outros modelos importados de forma independente.

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Audi R8
Audi R8
Audi R8
Audi R8


Mahindra seria maior interessada na Hummer

18/06/2008

A Mahindra é uma das mais cotadas para comprar de vez a Hummer da General Motors. Segundo informações, o conglomerado norte-americano estaria estudando junto aos concessionários da fabricante de utilitários-esportivos qual seria a melhor medida, já que há várias empresas interessadas em comprá-la. E, ao que tudo indica, seria a Mahindra, fabricante indiana, a mais cotada a adquirir de uma vez por todas a Hummer.

A notícia de que a Hummer seria a mais interessada das pretendentes parece aminado os executivos da GM, que haviam declarado que poderiam negociar a empresa dos jipes de guerra com empresas chinesas. A fabricante indiana parece se destacar entre as potenciais compradoras, como destacou um executivo. “A Mahindra & Mahindra está muito interessada em adquirir a Hummer”, revelou. E, segundo informações, a Tata Motors não estaria no páreo, devido à ocupação em reorganizar as contas e planejamentos das britâncias Land Rover e Jaguar.

Atualmente, a maior parcela de vendas de veículos da Hummer está nos Estados Unidos, mas este fato não parece amedrontar os executivos da Mahindra. Uma fonte não revelada, de dentro da empresa, pontuou sobre a possibilidade de compra. “É possível que o mercado norte-americano não possa permitir venda da Hummer por muit tempo, mas a Índia é uma economia forte e crescente. Quando nós indianos desejamos algo, vamos e o conquistamos, sem que importe o preço, pois sabemos como tomar partido da situação”. Fica no ar a pergunta: teriam os executivos da Mahindra se interado sobre os crescimentos do preço do petróleo e da rejeição a veículos nada econômicos como os Hummer? De toda forma, só o futuro dirá o que acontecerá com a Hummer. Aguardamos ansiosametne os próximos capítulos desta novela.


VW venderá Golf VI nos EUA

18/06/2008

A Volkswagen América confirmou que venderá a sexta geração do Golf, a ser lançada até o fim deste ano, nos Estados Unidos. De acordo com o porta-voz da fabricante alemã, Steve Keyes, nada está definido e o modelo tem chances de ser comercializado também na Austrália e no Brasil. A declaração nega as afirmações de que estes três países não teriam o veículo à disposição, vinculadas a uma reportagem do periódico alemão Der Spiegel.

Segundo o jornal germânico, o problema para a Volkswagen seria a grande queda do Dólar ante o Euro. Porém, Keyes revelou que não há definição sobre o futuro do veículo. Ele informou, em entrevista ao Inside Line, que a sexta geração do Golf deve ser lançada na América do Norte no ano que vem, mais precisamente em setembro. Keyes deixou escapar que as vendas do novo modelo também estão incluídas nas projeções da marca para o próximo ano.

A questão que fica no ar é o fato de o Der Spiegel ter afirmado com veemência que o modelo não seria vendido nos EUA, na Austrália e no Brasil, creditando as afirmações ao presidente da Volkswagen, Martin Winterkorn. É difícil de se imaginar que o alto executivo da VW não esteja a par dos próximos lançamentos da empresa no maior mercado do mundo. A única certeza é de que o Golf VI será lançado este ano, em outubro, durante o Salão de Paris. De resto, é torcer para que o médio chegue ao mercado brasileiro.


GM não descarta vender Hummer a chineses

18/06/2008

A General Motos não descarta vender a Hummer para um fabricante chinês, de acordo com o noticiário Edmunds. Apesar do grande interesse das duas gigantes indianas, Tata Motors e Mahindra, o conglomerado norte-americano afirmou que negociaria com qualquer empresa, inclusive com outras chinesas que haviam declarado interesse. Fritz Henderson, diretor de operações da GM, teria declarado a disposição da marca de negociar a Hummer, deixando claro que seu futuro é incerto dentro do grupo.

A Hummer estaria sendo vítima da alta nos preços do petróleo, visto que seus veículos nunca foram exemplos de economia de combustível. Com a crescente procura dos consumidores norte-americanos por automóveis de menor consumo, a tradicional empresa de grandes utilitários esportivos perde cada vez mais espaço nos Estados Unidos, seu maior mercado. Como a marca não tem outra alternativa de automóvel, como um sedan, restou à General Motos procurar rapidamente um comprador para a Hummer, o que pode ser considerada uma falta de consideração da GM para com seu braço de SUVs pesados.


F1 e FIA podem se separar

18/06/2008

Que Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo, e Bernie Ecclestone, dirigente da Fórmula 1, não se dão muito bem, não é novidade. Após o escândalo sexual envolvendo o primeiro, então, a relação entre ambos ficou ainda mais profissional. Ontem (17), Ecclestone comentou que a FIA deveria respeitar a Fórmula 1, abrindo espaço para novos comentários sobre uma possível separação entre ambas.

Ecclestone fez questão de deixar claro que não há intenção de criar uma outra categoria, apenas de um novo pacto de acordo entre escuderias e entidade. As empresas desejariam apenas um novo Pacto de Concórdia, mas a conversa parece ter mudado. “Não há acordo entre as equipes e a FIA. Elas [as marcas] podem fazer o que quiserem. Neste momento, nossa intenção é manter os patrocinadores contentes, então não iremos romper com a FIA. Mas isso poderia acontencer”, afirmou Ecclestone.

O dirigente da Fórmula 1 também fez questão de relembrar os papéis de cada entidade e representante. “Sou o responsável perante as equipes e os construtores. Tudo o que a FIA tem é o dinheiro precedente da Fórmula 1. Se houver uma separação, eles terão sérios problemas”, informou em um tom ameaçador. O futuro da F1 dentro da FIA é incerto, mas ao menos não seremos privados das belas surpresas deste ano dentro da categoria, como o talento de Robert Kubica e Felipe Massa.