Segredo! Novo Toyota brasileiro!

20/06/2008

A Toyota já está contatando fonecedores para o carro que será fabricado em sua nova planta de veículos no Brasil. A marca japonesa deu início ao processo de homologação das empresas para produzir um novo modelo em terras tupiniquins. Segundo informações, o ambicioso projeto da maior empresa de automóveis do planeta tem como meta fabricar aproximadamente 200 mil veículos por ano, volume alcançado hoje em dia somente pelo Gol, o líder do mercado brasileiro há duas décadas.

Ao que tudo indica, o próximo veículo da Toyota fabricado no Brasil será um modelo compacto e de baixo custo. A empresa já teria informado aos fornecedores que este novo automóvel precisa entrar em produção em 2010. A Toyota está escolhendo as fabricantes de componentes instaladas no Brasil, que serão fornecedores diretos no projeto. Há quem diga que será a nova geração do Yaris, mas fontes afirmam se tratar do novo iQ europeu.


Cientistas criam petróleo através de bactérias

20/06/2008

Uma companhia do Vale do Silício, nos Estados Unidos, chamada LS9, está a ponto de criar gasolina sem a necessidade de se perfurar o solo em busca de petróleo, apenas com ajuda de bactérias. O processo se inícia com estoques de Escherichia coli não-patogênicas (bactéria bacilar que está entre as mais comuns e conhecidas pelo homem e que vive no intestino dos animais de sangue quente) e alteram seu material genético para que excretem outra classe de substâncias no lugar das habituais.

O material extraído pelas companhias petrolíferas do fundo do solo não é tão diferente dos ácidos expulsos pelas secreções das bactérias E. Coli durante a fermentação, assim que, com alguma técnica, se converteu estes microorganismos em pequenas plantas produtores de petróleo. Estas bacterérias se alimentam de diferentes materiais, desde milho à cana-de-açúcar. O resultado final é sempre o mesmo: um azeite refinado. O processo de fermentação das E. Coli libera muito pouco gás carbônico (CO2).

Naturalmente, será necessário um certo tempo até que a empresa LS9 possa oferecer uma alternativa viável ao petróleo natural. A primeira instalação comercial da empresa abrirá suas portas em 2001, e neste momento faz falta um tanque de fermentação de mil litros para se produzir cerca de um barril de petróleo por semana. A baixa produtividade parece ser dos pontos a serem estudados. Outro possível obstáculo desta “tecnologia” é o risco que as bacterias geneticamente modificadas podem oferecer caso escapem ao exterior e entrem no corpo de algum ser. Porém, está claro que cedo ou tarde haverá o desenvolvimento final de uma nova alternativa na perfuração do solo.


Letra “M” completa 30 anos

20/06/2008

A BMW comemora esta semana 30 anos da existência da divisão Motorsport, responsável pelos automóveis que ostentam a letra “M” em seu nome. Há exatamente três décadas, saía das linhas de produção a primeira unidade da família com a letra tricolor. De lá pra cá, 300 mil automóveis receberam o logotipo característico de fábrica. A unidade de aniversário dos 30 anos é um M3 Coupé branco, que será entregue a um proprietário da cidade alemã de Ratisbona, próximo à região bávara.

Entre todos os M, provavelmente o mais lendário seja o M3, devido à sua história, além do M1, nascido para as pistas. Os atuais M5 e M6 também são bons exemplos do trabalho feito pela BMW Motorsport. Atualmente, a empresa é considerada um braço da fabricante bávara e seus automóveis representam 1% das vendas totais do grupo. Há quem diga que o clássico M1 será relançado, ganhando as linhas modernas do conceito Homage.


Alfa Romeo Mi.To

20/06/2008

A Alfa Romeo lançou o Mi.To na Europa, um compacto de linhas esportivas feito sobre a mesma base do Grande Punto. O modelo tem 4,06 metros de comprimento e será vendido unicamente com a carroceria de três portas. Por seu porte, rivaliza com Peugeot 207 e Mini Cooper, este 4 cm menor. No início de suas vendas, o modelo terá três opções de motorização e um bom nível de equipamentos inicial, digno de modelos maiores.

Com 4,06 metros de comprimento, o Mi.To se equivale aos hatches compactos comercializados na Europa atualmente. Renault Clio e Ford Fiesta estão entre seus rivais. Com altura de 1,44 metro, ele tem tamanho semelhante aos rivais, mas ainda assim é menor. Ele só é mais alto que o Mini, com seus 1,41 m. Como se baseia no Fiat Grande Punto, o novo modelo da Alfa Romeo compartilha, além da plataforma, outros componentes com o modelo de Turim.

Em seu lançamento, o Mi.To ofecerá três opções de motorização. Há um 1,4 litro aspirado de 95 cv e um 1.4 com sobrealimentação por turbocompressor de 155 cv, ambas movidas a gasolina. O único propulsor a diesel é o 1,6 litro JTD de 120 cv, que também é utilizado no Fiat Bravo e no Lancia Delta, onde ganha a denominação “Multijet”. Na Itália, o compacto oferecerá uma versão 1.4 de 78 cv para atender à nova norma de limitação entre peso e potência que entra em vigor naquele país em janeiro de 2009. Os condutores iniciantes só poderão dirigir veículos com relação 50 kW/tonelada. A versão poderá se estender a outros países do Velho Continente, embora a Alfa Romeo não faça menção esta possibilidade. Outros motores também serão oferecidos futuramente. Alguns deles estrearão o sistema de distribuição variável na marca e terão a nomeclatura “Multiair”.Outra importante novidade que estreará no Mi.To é a nova caixa de câmbio automática de dupla embreagem, semelhante aos Volkswagen DSG e Audi S-Tronic. Este tipo de transmissão, que a Alfa Romeo chama de “DDCT” (sigla em inglês para Dual Dry Cluth Transmission – Transmissão de Dupla Embreagem Seca), faz uso de duas embreagens, como se fossem duas caixas. Assim, uma marcha pode estar em funcionamento, enquanto a engrenagem seguinte já está acoplada e pronta para entrar em ação. Assim, melhoram-se as respostas do motor, aproveita-se a força e reduzem-se os trancos nas de marcha, característicos nas caixas automáticas.

Todas as versões do Mi.To contarão com controle eletrônico de estabilidade de série (batizado de “VDA”). Alguns deles terão um dispositivo, chamado de “Alfa DNA”, que permite escolher as respostas do motor, do sistema antitravamento (ABS), da rigidez da suspensão e da direção e a velocidade nas trocas de marcha automáticas (nas versões equipadas com este tipo de transmissão). O condutor pode modificar tais características através de um comando localizado no painel e em três programas diferentes: “Normal”, “Dynamic” e “Todos os climas” (este último para terrenos de baixa aderência).

Outro ponto positivo do Mi.To é o sistema eletrônico Q2. Ele funciona como um diferencial autoblocante dianteiro, atuando sempre que a roda da parte interna patina na aceleração de saída de uma curva. O freio atua na mesma e o sistema faz com que o torque seja entregue ao outro lado. É como um controle de tração normal, mas se diferencia por não limitar a entrega de força do motor. De acordo com a marca, a aceleração lateral com este sistema é de 1g, número digno de superesportivos.

Sobre o design, o Mi.To conta com soluções visuais similares às utilizadas no esportivo 8C Competizione. Como em outros Alfa Romeo, a placa dianteira não está centralizada, mas localizada em uma extremidade, devido à grade em V característica da marca. Além do belo estilo de toda a carroceria, das belas lanternas redondas e da inspiração esportiva da Alfa Romeo, os vidros das portas não contam com arcos, garantindo belo resultado visual. O sistema de iluminação traseira conta com diodos luminosos (LEDs) e as luzes de neblina e ré estão na parte posterior da carroceria, como no “primo” Grande Punto. O Mi.To ainda oferece faróis de xenon e sistema de frenagem com pinças dianteiras de quatro pistões.

O sistema de suspensão é semelhante ao do Grande Punto, do tipo McPherson na dianteira e eixo torsional na traseira, mas com ajuste específico para o modelo da Alfa Romeo. Como novidade, há novos amortecedores com sistema de dupla mola (uma normal e outra alojada na parte interior). Segundo a fabricante italiana, a estabilidade durante uma condução rápida é garantida, sem comprometer o conforto em uma direção mais pacífica.

A Alfa Romeo promete novidades para as próximas semanas.

GALERIA

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F1: Pilotos podem fazer greve em Silverstone

20/06/2008

Os pilotos da Fórmula 1 ameaçavam boicotar o próximo Grande Prêmio, que será disputado final de semana de 6 de julho, na Inglaterra. O tradicional circuito de Silverstone pode ser palco de uma revolta dos condutores devido ao aumento no custo da superlicença, a “carteira de habilitação” necessária para se dirigir os monopostos da mais charmosa categoria do automobilismo mundial. Segundo os pilotos, o aumento no preço por parte da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) é injusto.

Até a temporada de 2007, a superlicença custava 1.690 euros (o equivalente a R$ 4.230) mais € 447 (1.118 reais) por ponto conquistado no campeonato. A partir deste ano, os valores aumentaram para 10 mil e 2 mil euros respectivamente (cerca de R$ 25 e R$ 5 mil). O acréscimo foi feito pelo Conselho Mundial de Automobilismo da FIA. Com estes valores, Kimi Raikkonen, por exemplo, já teve de pagar aproximadamente R$ 580 mil (230 mil euros) para poder pilotar na Fórmula 1.

Segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, a Associação de Pilotos de Fórmula 1 (Grand Prix Drivers’ Association – GPDA) deseja uma reunião urgente com o presidente da FIA, Max Mosley, antes do GP de Silverstone. Se o dirigente não concordar em reduzir os valores, os pilotos ameaçam fazer greve na prova inglesa. Um piloto, que pediu para não se idenfiticar, afirmou que os preços são abusivos. “Um piloto como Robert Kubica, novo líder do campeonato, perde muito com isso. Cerca de 10% de seus rendimentos são gastos com a superlicença, devido ao salário relativamente baixo que recebe”, afirmou.

Resta saber se teremos ou não uma redução nos custos da licença e se o GP de Silverstone será realizado. Esperamos que sim.


Linha TCE da Renault terá novo motor

20/06/2008
Até agora, o único motor de baixa cilindrada e potência elevada disponibilizado pela Renault era o novo 1.1 TCE, que conta com sobrealimentação por turbocompressor e gera 101 cv. Ele também permite bons números de desempenho para Twingo Clio e Modus, mas traz desempenho comedido. O próximo projeto da marca é um outro propulsor com a mesma tecnologia. Trata-se de um 1,4 litro com a mesma sigla (TCE).

O novo 1.4 da marca terá a mesma tecnologia utilizada pelo 1.1. A potência gerada pelo propulsor será de 130 cv e chegará pouco a pouco a diversos modelos da marca francesa, visando substituir o 2.0 de 138 cv por lá, que também equipa os nacionais Mégane e Scénic. Para garantir elasticidade e economia, a caixa de câmbios utilizada será de seis velocidades. A adoção do 1.4 no lugar do 2.0 segue a tendência européia de adotar motores menores, com potência similar e maior economa de combustível.

A maior vantagem de um propulsor de baixa cilindrada sempre foi o baixo consumo, algo que tem se tornado cada vez mais relevante na compra de um automóvel. Para melhorar o desempenho dos mesmos, as fábricas recorrem a alimentação por turbo e outras modificações. O novo 1.4 TCE da Renault consegue ter consumo 16% menor que o homologado para o 2.0 de 136 cv, fazendo médias de mais de 15 km/l. A emissão de poluentes também é menor, com cerca de 148 gramas de CO2 por quilômetro rodado.

GM Volt: mais caro que o esperado

20/06/2008

Para quem acompanha o desenvolvimento do Volt, veículo elétrico da Chevrolet, mais um capítulo foi escrito. Bob Lutz, presidente da General Motors, informou ao jornal The Seattle Times que o primeiro híbrido de sua companhia, merecedor de tal título, será vendido nos Estados Unidos pelo preço-base de 40 mil dólares, 10 mil a mais do que o anunciado anteriormente. A projeção vem de encontro às intenções da gigante norte-americana, interessada em comercializar um automóvel híbrido com preço atraente e acessível para os compradores em geral.

O alto custo do Volt também deve chegar à Europa, com valores próximos a 28 mil euros. Nos EUA, o modelo terá preço equivalente a um BMW 335i. Para baixar o valor final ao consumidor, a General Motors esperam que seus esforços para conseguir incentivos fiscais tenham efeito. Outro ponto muito importante deste projeto é a demanda. Dependendo da procura dos clientes pelo veículo, sua produção pode ser aumentada ou diminuída, para evitar perdas em investimentos. O Volt é muito importante para a GM, pois pode salvá-la de sua crise ou afundá-la de vez em dívidas e prejuízos.

Segundo Bob Lutz, esta primeira geração do Chevrolet Volt será vendida por baixo do custo de produção, dependendo da economia de escala para reduzir as perdas e alcançar a rentabilidade com esta novidade. O presidente da General Motors também declarou que os híbridos são os veículos do futuro e que, junto com os automóveis movidos a hidrogênio, representarão um quarto do mercado norte-americano em um pouco tempo. Lutz mencionou que eles podem chegar à metade de participação no país entre 2020 e 2025. O executivo parece ter boas expectativas com o Volt e não se pode duvidar que uma família de automóveis híbridos será lançada, baseada no modelo, em breve.