Maserati renova Quattroporte

24/06/2008

A Maserati lançou a linha 2009 no Quattroporte esta semana. O sedan apresenta modificações estilísticas em toda a carroceria e detalhes diferenciados no habitáculo. O único modelo de quatro portas (como o nome sugere) da marca italiana do tridente oferece duas opções de motorização e estilo esportivo, com conforto suficiente para toda a família. Lançado em 2003, a quinta geração do Quattroporte já havia passado por um leve face-lift em 2006.

Para o comprador do Quattroporte, a Maserati oferece duas opções de motorização. Um deles é o 4,2 litros V8 de 400 cv que o modelo já oferecida. A outra é o 4,7 litros de 439 cv que vem do GranTurismo S. Quando equipado com este motor, o sedan ganha o nome de Quattroporte S. A caixa da câmbio é a mesma para os dois: uma automática de seis velocidades, fabricada pela ZF. Ela está localizada no eixo traseiro, junto ao diferencial. O estilo do modelo ganhou retoques, em especial nos conjuntos ópticos, que ganharam iluminação por diodos luminosos (LEDs).

A carroceria do Quattroporte foi desenhada pelo estúdio italiano Pininfarina. Ela mede 5,02 metros de comprimento e 1,44 m de altura, sendo menor que rivais como o BMW Série 7. O motor está localizado na parte central-dianteira da carroceria, à frente dos passageiros, mas atrás do eixo dianteiro. Este posicionamento garante boa distribuição de peso: 47% nas rodas da frente, 53% nas posteriores. Um ponto negativo do modelo é seu alto coeficiente aerodinâmico, de 0,35 Cx. Rivais como Audi A8 e Mercedes-Benz Classe S têm número menor:  0,27 Cx. Ainda falando em volumes, o compartimento de combustível do Quattroporte comporta 90 litros.

O primeiro Quattroporte foi lançado em 1963, feito pelo carroceiro italiano Pietro Frua e tinha motor V8. O segundo, lançado em 1974, foi feito sobre a base mecânica do Citroën SM, com tração dianteira, motor V6 e desenho da Bertone. Apenas 13 unidades deste veículo foram fabricadas. Em 1976, Giorgetto Giugiaro desenho o terceiro Quattroporte, que durou até 1991, sempre com o nome “Royal” acompanhando – além dos motores V8. Em 1994 veio o quarto, baseado no cupê Ghibli, desenhado por Marcelo Gandini e foi feito até 2000. Tinha opção de motor V6 ou V8.

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China adota rodízio contra poluição

24/06/2008
Pode parecer tarde, mas o certo é que a China finalmente começou a se preocupar com a alta poluição que há em algumas de suas grandes cidades. O objetivo do governo da sede das Olimpíadas deste ano está tomando medidas com o objetivo de baixar a emissão de poluentes em 45%, limpando o ar das metrópoles chinesas. A medida das autoridades locais é velha conhecida dos moradores da cidade de São Paulo, o popular “rodízio”.

Atualmente, Pequim conta com mais de 3,26 milhões de veículos registrados, o que pode provocar congestionamentos de longa duração – em tempo e distância – e que a deixa como uma das cidades que mais emitem gases nocivos à atmosfera do planeta. Por isto, a partir de julho, começará uma nova lei de circulação em que alguns veículos só poderão rodar pela cidade em dias alternativos, de acordo com a letra que encerra a placa de licenciamento, o popular “rodízio”.

Recentemente, o governo da capital da Grécia, Atenas, adotou a mesma medida para manter alguns veículos parados nos dias de semana. No momento, não são muitas as famílias chinesas que contam com dois veículos dentro de suas garagens, o que reduz a possibilidade de buscar placas com término diferente das que já têm em casa (lá elas não são fixas de cada carro) para poder usar outro automóvel nas datas em que não puder rodar.

“Pilotos de F1 são convencidos”, alfineta Montoya

24/06/2008

Havia algum tempo que o polêmico piloto Juan Pablo Montoya não fazia declarações sobre a Fórmula 1, categoria que disputou em um passado recente por McLaren e Williams. Porém, o colombiano resolveu quebrar o silêncio e voltar a ser o centro das atenções, afinal seus resultados na Nascar não vêm sendo tão bons quanto o espero. Montoya, então, parece ter achado que era hora de voltar a comentar sobre a mais alta categoria do automobolimso mundial. E, como se sabe, ele não guarda boas recordações da Fórmula 1 e faz questão de relembrar isso.

Quando ganhou os microfones dos meios de comunicação, Montoya começou a “discursar”. “Os pilotos da Fórmula 1 são convencidos e pensam que são muito melhores do que todos os outros pilotos”, alfinetou. “Quando eu competia lá, ia ao pódio em todos os finais de semana. Era veloz, mas só isso satisfaz? Não, porque as corridas eram chatas. O piloto que largava na sua frente tirava distância e você vazia o mesmo com o piloto que vinha atrás. Não tínhamos ultrapassagens a não ser nos boxes, adotando uma estratégia diferente da do adversário”, comentou Montoya. De fato, nesta época, a Fórmula 1 ainda tinha ultrapassagens mais emocionantes que as de dois anos atrás.

A comparação entre a Fórmula 1 e a Nascar foi inevitável e, nas palavras de Montoya, a Fórmula 1 saiu derrotada novamente. Na opinião do colombiano, “é um campeonato enfadonho, o que é uma pena, pois as tecnologias usadas e o número de grandes empresas envolvidas é enorme”. Para ele, é difícil de entender o motivo de tantas grandes marcas disputando a F1. “Não sei como se mantêm tanto tempo numa categoria sem resultados”, explicou. Em relação à Nascar, um categoria onde 40 carros disputam cada prova e correm muito próximos, como na Stock Car Brasil, o colombiano é só elogios. “É muito mais difícil. Aqui, se és 15º, podes pensar que se trata de um resultado ruim, mas equivale-se a um sexto ou sétimo lugar na  Fórmula 1, pois existem o dobro de pilotos”, afirmou. Montoya ressaltou também as ultrapassagens da categoria norte-americana. “Aqui, podes andar até em 20º em uma prova e vencer a seguinte. Na F1, se começares em sexto, vais andar nestes lugares durante toda a temporada”, alfinetou novamente. Na Nascar, a maioria das provas é disputada em circuito oval, onde os carros chegam a 300 km/h e rodam por cerca de três horas.

A comparação entre a Nascar e a Fórmula 1 foi inevitável, e uma vez mais, Fórmula 1 saiu derrotada, porque na opinião de Montoya: “É um campeonato enfadonho, o que é pena, porque as tecnologias usadas e o número de grandes companhias envolvidas é enorme. Não sei como estas se mantêm tanto tempo numa categoria sem resultados.” Já em relação a Nascar, uma categoria onde há 40 carros a correrem todos muito juntos, normalmente em pistas ovais, onde os pilotos rodam a 300 km/h durante três horas de prova, o colombiano considera ser:  “Mais duro. Aqui se és 15º, podes pensar que é um mau resultado, mas equivale a um sexto ou sétimo lugar numa prova de Fórmula 1, pois existe o dobro dos pilotos a competir. Mas o engraçado é que aqui podes andar em 15º ou 20º numa prova e na seguinte poder vence-la. Enquanto na Fórmula 1 se começares o ano em sexto ou sétimo, vais andar nesses lugares durante todo o resto do campeonato.”

Também não faltaram perguntas a Montoya sobre os atuais pilotos. Em relação ao seu substituto na McLaren, o inglês Lewis Hamilton, o colombiano não foi agressivo. Refereiu-se a Hamilton como “um bom rapaz, muito simpático, mas que ninguém sabe quem ele é aqui nos Estados Unidos. Se perguntarem a alguém que é Lewis Hamilton, a resposta será algo como ‘Lewis o quê’?”, afirmou. De fato, a Fórmula 1 nunca foi muito popular na terra do Tio Sam. A preferência do público norte-americano sempre foi pela Champ Car/IRL, conhecida por aqui como Fórmula Indy.

Por fim, Juan Pablo Montoya defendeu mais uma vez a categoria que disputa há dois anos, a Nascar. “Aqui na Nasscar, não interessa se você está na liderança da prova ou no 30º lugar. É uma luta constante com um adversário na pista. É muito melhor”, finalizou.


Cayenne terá motor 3.0 TDI V6 da Audi

24/06/2008

A Porsche está mesmo decidida a lançar o Cayenne com motor a diesel, apesar de os fãs mais tradicionalistas não concordarem com tal atitude. E a fabricante de Stuttgart parece não se importar com a rejeição dos puristas, afinal não teria lançado o lucrativo SUV na época em que o fez. Segundo informações, a Porsche não parece estar trabalhando no 3.2 mais potente que estaria nos planos iniciais. Ao que tudo indica, o Cayenne  utilizará o 3 litros de seis cilindros em V de origem Audi. O 3.0 TDI V6 da marca das quatro argolas entregaria 240 cv às rodas do utilitário-esportivo da Porsche. De todo modo, a novidade da empresa alemã deverá fazer sua estréia em março do ano que vem, durante o Salão de Genebra.


Honda aumenta produção do Fit nos EUA

24/06/2008

A divisão da Honda dos Estados Unidos decidiu aumentar a produção do Fit nas plantas localizadas na terra do Tio Sam, devido à alta procura que o veículo ganhou nos últimos meses. Lançado há dois anos, ainda na antiga geração, vendida por aqui, o modelo teve aceitação muito melhor que a esperada. Porém, com o preço do petróleo em disparada, a demanda pelo veículo, que já chegou à segunda geração, fez com que a demanda aumentasse espantosamente.

Todas as fabricantes de automóveis se surpreendem com a boa aceitação dos veículos menros, mas no caso do monovolume compacto da Honda o crescimento foi ainda mais surpreendente: nos cinco primeiros meses deste ano, o aumento foi de 64% nas vendas com relação ao mesmo período do ano passado. O modelo chegará à linha 2009 em outubro, mas sua fabricação já está crescendo no modelo 2008: serão 80 mil veículos produzidos por ano, ante os 60 mil das capacidades atuais. Como a Honda limitou a capacidade de produção do Fit em 500 mil unidades anuais para todo o planeta, o monovolume pode começar a faltar em alguns mercados.


Peugeot fará 308 Minivan na Europa

24/06/2008

A Peugeot trabalha em uma versão minivan do 308 para o mercado europeu, segundo informações do Auto Hoje. Depois de mais de uma década vendo o segmento de monovolumes de médio porte crescer, a marca dos leões finalmente vai criar sua versão para as famílias, como a conterrânea Scénic. O modelo deverá ser desenvolvido sobre a base do C4 Picasso, cujas vendas também devem ser afetadas pela novidade da Peugeot. Por este motivo, há quem diga que as fabricantes pertencentes à PSA deveriam ficar de fora de segmentos em que a outra marca do grupo tem força.

A confirmação da notícia foi dada hoje à publicação portuguesa pelo Diretor de Comércio da Peugeot, Bernd Schantz. O derivado do 308 oferecerá sete lugares, assim como a Citroën C4 Picasso e a própria 308 SW. Para diferenciar as versões familiares, espera-se um aumento nas dimensões da terceira fileira de bancos. Na gama de motores, o modelo deve começar com o 1.4 Turbo, com potência a partir de 120 cv, embora nada esteja confirmado. O nome do modelo também está indefinido, mas pode ser 3008, como acontece na pequena van 1007 ou no SUV 4007.

Com o lançamento de uma minivan do 308 e já existindo a 308 SW, a PSA abre espaço até mesmo para um C4 Break, como existia na linha Xsara e também na rival família Mégane, da Renault.