GM ainda quer apoio alemão para reerguer Opel

Após tomar uma atitude condenada pelo governo alemão, rejeitando meses de negociações e ficando com o controle da Opel, a General Motors ainda espera auxílio das autoridades daquele país. Em nota, a empresa afirmou nesta sexta-feira (13) que quer contar com o apoio dos governantes da Alemanha no processo de reestruturação da marca. O comunicado foi emitido após um executivo da GM ter declarado que a ajuda não seria necessária.

O presidente do conselho administrativo da GM, Ed Whitacre, ter dito ao jornal alemão Müncher Merkur que a gigante não precisaria de suporte financeiro oficial. “Acredito que não vamos necessitar de dinheiro do governo alemão. Se a Sra. Merkel não quer nos ajudar, vamos nos virar sozinhos”, disse, em entrevista. A reação do governo foi indiferente: o ministro da Economia alemão, Rainer Bruederle, disse que a GM tem condições de cobrir os custos de reestruturação com capital próprio.

A GM tratou de divulgar que conta com apoio e que sabe que os governantes estarão dispostos a cooperar, como nas negociações com a Magna. Pelo visto, não será bem assim.

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