Opel apresenta nova geração do Insignia


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Substituto do Vectra na Europa, o Insignia acaba de chegar à segunda geração. Eleito o Carro do Ano em 2009 naquele continente, o modelo se renova por completo, colocando a Opel de volta à briga contra concorrentes como o Volkswagen Passat e o Ford Mondeo. Ele terá uma tarefa árdua: substituir um produto bem sucedido, com mais de 900 mil unidades emplacadas no Velho Mundo.

Em termos visuais, o Insignia dita o futuro da Opel. Apesar de alguns traços em comuns com o Astra, por exemplo, o sedã adota um perfil  de personalidade mais forte, graças não apenas aos faróis horizontais com filete duplo, mas também à grelha com frisos em relevo. A solução lembra o crossover Mokka X, irmão do Tracker vendido no Brasil. As laterais exibem vincos marcantes, com o inferior remetendo à primeira geração. Na traseira, destaque para as lanternas que invadem a tampa do porta-malas e possuem composição interna com duplo friso, tal qual o Astra.

opel-insignia-grand-sport-2 No habitáculo, a Opel parece ter seguido a receita da Mercedes-Benz, adotando linhas bastante comuns com outros produtos. O painel do Insignia traz proporções e mesmo linhas, como as saídas de ar, o visor da central multimídia, as alavancas satélite, o painel para partida do motor, as maçanetas e alguns botões do console vindos do Astra. Digital, o quadro de instrumentos é exclusivo.

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Em sua plataforma completamente nova, o Insignia só reduziu as medidas na altura, agora com 1,47 m (-2,9 cm). Agora são 4,897 metros de comprimento (+5,5 cm) e 2,829 m de entre-eixos (+9,2 cm), mas com porta-malas 10 litros menor, somando 490 l para bagagens. Por outro lado, a Opel destaca que ele ficou mais leve, reduzindo o peso em até 175 kg, com um coeficiente aerodinâmico de 0,26.

A gama de motores ainda é mistério. A Opel promete detalhes para 2017, embora tenha falado em propulsores a diesel com potência de 110 a 170 cv e opções a gasolina variando de 140 a 250 cv. Deste último grupo, estariam entre eles um 1.5 de 165 cv – derivado do 1.4 de 153 cv usado no Brasil pelo Cruze – e um 2.0 de 250 cv. O sedã terá ainda transmissão automática de oito marchas (fornecida pela Aisin e ajustada pela Opel) e tração nas quatro rodas, únicos sistemas confirmados por enquanto.

A primeira aparição pública do Insignia definitivo acontece no Salão de Genebra, em março de 2017.

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