F1: Sem investidor, Manor pede concordata e tem futuro incerto


Manor MRT05 F1 2017 - 01

Última colocada nas duas últimas temporadas da Fórmula 1, a Manor vinha buscando investidores para se manter na categoria. As conversas inclusive pareciam prosperar, garantindo a sobrevivência do time inglês. Mas os interessados aparentemente desistiram de injetar dinheiro na escuderia. Atual proprietário, Stephen Fitzpatrick abriu o pedido de recuperação judicial da equipe, que segue agora com futuro incerto na competição.

Ganhadora de uma das vagas abertas pela FIA em 2009, a Manor estreou no ano seguinte como Virgin; Mais recentemente, foi repassada à russa Marussia. Esta última pediu falência em 2015, entregando o controle de volta ao time “original”. Agora é a vez da escuderia inglesa declarar a concordata, a fim de buscar interessados em quitar seus débitos e assumir o comando. O desenvolvimento do carro para 2017 ainda ocorre e nenhum funcionário foi dispensado, mas a situação é considerada crítica.

Os pilotos do time não haviam sido anunciados, também por falta de recursos. Um dos cotados era o brasileiro Felipe Nasr, que em 2016 anotou dois pontos pela Sauber no GP do Brasil, o penúltimo do ano, e colocou a Marussia de volta à última colocação, fazendo a equipe britânica perder a bonificação extra por posicionamento de campeonato.

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