McLaren apresenta superesportivo 720S


A McLaren está dando seu segundo passo após voltar a produzir veículos de rua, em 2011. A chamada Super Series, sua família de produtos intermediária, ganha uma renovação com o modelo 720S. Ele substitui o 650S e o 675LT, baseados no MP4-12C (que também deu forma à gama de acesso, chamada Sports Series e composta pelo trio 540C, 570S e 570GT). Sua apresentação, claro, aconteceu no Salão de Genebra.

Visualmente, o 720S representa uma “quebra” em relação à gama atual. Saem de cena os faróis inspirados no logotipo da McLaren, dando lugar a um conjunto compacto, envolvido por uma grande peça, que passa mais agressividade. Ela também tem função aerodinâmica, destaca da pela marca inglesa como a prioridade na concepção das formas do novo cupê. Por isso, laterais e traseira têm aspecto atlético. Chamam atenção as portas, que se abrem para cima e levam parte do teto junto, para facilitar o acesso ao habitáculo.

O interior, aliás, também traz novidades agradáveis. A McLaren destaca o maior espaço e a melhor visibilidade em relação ao 650/675. Mas, além disso e do acabamento com melhores materiais, chama atenção o quadro de instrumentos escamoteável. Todo digital, ele se recolhe quando o motorista/piloto escolhe o modo de atuação Race, passando a adotar apenas um conta-giros horizontal, o indicador de marchas e o velocímetro.

O 720S também tem novidades em termos mecânicos. A estrutura Monocage, em fibra de carbono, foi revista, passando a incorporar também o teto do veículo. Graças também a ela, diz a empresa, o peso do esportivo “seco” (sem fluidos para rodagem) é de 1.283 kg, mais leve que os 1.370 kg do 650S. Outros elementos cruciais para a dieta estão ligados à suspensão, que agora tem amortecedores conectados por um sistema hidráulico, fazendo sair de cena itens como barras estabilizadoras.

Baseado no 3.8 V8 biturbo do antecessor, o motor do 720S ganha 41% dos componentes completamente novos. Ele também aumenta o deslocamento para quatro litros, mas recebe novos virabrequim, bielas, turbinas e pistões, passando a entregar 720 cv – daí o nome dos carros da McLaren, aliás – e 78,6 kgfm de torque. Acompanhando o propulsor, a transmissão de dupla embreagem e sete marchas também ganhou revisão, a fim de se adequar à maior energia gerada.

O conjunto não faz feito: o 720S acelera de zero a 100 km/h em 2,9 segundos, alcançando os 200 km/h em 7,9 s e os 300 km/h em 21,4 s. A máxima é de nada menos que 341 km/h. A McLaren também destaca o potencial de frenagem do superesportivo, com 117 metros e somente 4,6 segundos necessários para pará-lo completamente ao vir de 200 km/h. O comportamento, porém, pode ser alterado de acordo com o seletor do Proactive Chassis Control, com as opções Comfort, Sport, Track e Race.

No Reino Unido, o modelo terá preço sugerido de 208 mil libras (R$ 804,8 mil em conversão direta). Os primeiros clientes britânicos receberão seus exemplares em maio.

 

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