Citroën oficializa linhas do C5 Aircross; SUV substituirá o sedã C5 na Europa


Um dia após o vazamento de imagens (leia aqui), a Citroën decidiu revelar por completo o SUV C5 Aircross. Estrela da marca para o Salão de Xangai, o modelo atuará como novo topo de linha da marca no Ocidente – na China, esse papel é do sedã C6 (leia aqui) -, tomando o lugar do sedã C5 na Europa. A expectativa é que suas vendas se iniciem em 2018 no Velho Continente. Por enquanto, não há previsão de lançamento no Brasil.

Baseado no conceito Aircross, de 2015 (leia aqui), o C5 Aircross tem linhas ousadas, mas que lembram modelos já existentes, como o C4 Cactus. Os faróis separados já fazem parte da identidade atual da marca, com as luzes diurnas envoltas pelo friso da grade e os canhões principais alinhados à grade. As laterais passam robustez, graças ao aplique cinza na base das portas, mas também toques de modernidade, como se vê no corte de janelas e portas. Atrás, destaque para as lanternas horizontais com efeito 3D e a saída de escape dupla inserida no para-choque.

Por dentro, o C5 Aircross mescla um pouco do que se viu no Cactus com soluções novas. O painel vertical com revestimentos marrons lembra o irmão menor. Mas há novidades destacáveis, como o quadro de instrumentos em tela customizável 12,3 polegadas, o volante oval, os oito difusores do sistema de climatização, os comandos sensíveis ao toque também para o ar condicionado e a alavanca de câmbio diminuta com um botão seletor da função “P” (estacionamento).

Como se esperava, sua plataforma é a modular EMP2, que será exaustivamente explorada pela PSA. A arquitetura garante ao SUV o entre-eixos de 2,73 metros, com 4,50 m de comprimento, 1,67 m de altura e 1,83 m de largura – um Honda CR-V tem, por exemplo, 2,62 m, 4,60 m, 1,69 m e 1,82 m, respectivamente. Com tais cifras, ele garante bom espaço interno sem ter porte muito alongado. O porta-malas comporta 482 litros, mas o peso não foi revelado.

Para movê-lo, a Citroën confirma três opções de motorização. Consumindo apenas gasolina, há o 1.6 THP em duas variações: 165 e 200 cv. Ambas atuam junto do câmbio automático de seis marchas EAT6, fornecido pela Aisin e também utilizado no Brasil. A outra variação é híbrida e une o propulsor turbo a dois elétricos. O trio entrega o máximo de 300 cv (66% vêm do THP), tornando o C5 Aicross o carro mais potente da história da Citroën. O sistema pode rodar até 60 km consumindo apenas eletricidade.

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