F1: Alonso impõe outubro como limite para McLaren provar competitividade


A paciência de Fernando Alonso com o mau rendimento da McLaren acabou faz tempo. Após abandonar na volta de apresentação do GP da Rússia, no dia 30 de abril, e deixar de lado o GP de Mônaco para correr nas 500 Milhas de Indianápolis, o bicampeão deu um ultimato aos ingleses: ou fazem um carro competitivo, ou ele estará fora do time. O limite é o mês de outubro.

Já sabendo que o carro desse ano é um fracasso e sem prognósticos de que a realidade possa mudar, Alonso já pensa em 2018. Em 2017, o espanhol não completou uma sequer das quatro etapas já disputadas, sem ter conseguido largar, como dito, na corrida russa. Sobre o ocorrido no GP disputado na cidade de Sochi, o bicampeão foi enfático: “totalmente inaceitável” Para ele, a McLaren deve comprovar, até outubro, que a próxima temporada será diferente, ou então o asturiano buscará outro caminho.

Alonso não está insatisfeito de hoje. Em sua terceira temporada, porém, o espanhol tem enfrentado a pior situação. A McLaren tinha a promessa de melhorar de rendimento, devido à derrubada no congelamento do desenvolvimento de motores. No entanto, a fornecedora Honda não consegue entregar unidades confiáveis e que rendam o mesmo que Mercedes e Ferrari. No GP do Bahrein, Fernando tomou duas ultrapassagens de uma vez e esbravejou pelo rádio: “Eu estava com vantagem de 300 metros no início da reta e os dois me passaram ao final dela! Eu nunca dirigi um carro tão lento na minha vida!”

A McLaren não vence uma corrida desde 2012 e sofre com problemas de confiabilidade, principalmente após a adoção dos motores da Honda, em 2015. A japonesa prometia competitividade em seu retorno à F1, mas a esperada evolução para 2017 não veio. Alonso completa 36 anos em julho e seu tempo na categoria é curto. “Minha prioridade é ficar aqui [na McLaren]. Mas não só correr, quero vencer. Estou feliz com o time, mas não vencemos. Se até outubro eu observar que temos condições de ganhar algo em 2018, ficarei mais do que feliz em permanecer. Do contrário, ficarei mais do que feliz em conversar com outros [times]”, disse.

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