Primo rico do Creta, Kona é o SUV da Hyundai para EUA e Europa


Seguindo a onda do mercado, a Hyundai enfim revela as linhas definitivas de seu SUV urbano. Apesar de já contar com o Creta, a marca coreana optou por criar um produto mais refinado, para atuar em Europa e Estados Unidos, principalmente. A estreia, porém, acontece na Coreia do Sul a partir das próximas semanas.

À primeira vista, é impossível não notar o visual agressivo do Kona. Exótico, ele foge de tudo o que a Hyundai tem criado, principalmente na dianteira. O design lembra os Citroën e o Jeep Cherokee Sport, com faróis mais baixos e fileiras de LED na porção superior, tocando o capô. A grade hexagonal evolui, adotando acabamento e contornos diferenciados.

As laterais volumosas passam imponência, deixando o Kona com apelo estradeiro. Caixas de roda alargadas, com apliques plásticos, também contribuem neste sentido. Novamente se inserindo na tendência, o SUV oferece pintura em dois tons, que envolve as colunas A e o aerofólio posterior. Atrás, destacam-se as lanternas altas e delgadas. Por dentro, o design também é próprio, mas bem menos ousado. As proporções, aliás, chegam a lembrar o reestilizado EcoSport (leia aqui), com tela da central multimídia no topo, difusores de ar horizontais e climatizador com dois botões circulares nas extremidades.

MECÂNICA

A plataforma do Kona, segundo a Hyundai, é completamente nova, com componentes de i20 e i30. Ela garante a oferta da tração 4×4, que inclui suspensão traseira independente multilink. Com entrega da força ao eixo posterior, o esquema muda para eixo de torção. A arquitetura conta ainda com aço de ultra resistência compondo mais de 50% das peças, garantindo maior rigidez torcional e menor peso. O SUV mede 4,17 metros de comprimento, 1,55 m de altura, 1,80 m de largura e 2,60 m de entre-eixos. O Creta, que compartilha da base do Elantra, tendo respectivos 4,27 m, 1,63 m, 1,78 m e 2,59 m.

A gama de motores em oferta dependerá de cada mercado. No entanto, estão garantidos ao menos quatro variações. A opção a diesel foi a única sem detalhamento, embora se saiba que se trata de um 1.6. A gasolina, serão três propulsores. Para alcance global, a Hyundai aposta no conhecido 2.0 16v, mas com ciclo Atkinson para reduzir o consumo. Ele entrega 149 cv e 18,3 kgfm, sempre com câmbio automático de seis marchas. Assim, o Kona acelera de zero a 100 km/h em 10 segundos, com máxima de 194 km/h.

A cereja do bolo será o 1.6 T-GDI da família Gamma, com turbo e injeção direta, apto a desenvolver 177 cv e 27 kgfm. Atuando junto do câmbio de dupla embreagem (DCT) e sete velocidades, ele leva o SUV de zero a 100 km/h em 7,7 s, com final de 210 km/h. A Europa ainda terá o 1.0 T-GDI de três cilindros com 120 cv, torque de 17,5 kgfm e caixa manual de seis marchas. Com este conjunto, o Kona muda os números para 12 s e 181 km/h. A oferta da tração 4×4 dependerá também de cada país.

MERCADO E LANÇAMENTO

Como já informamos anteriormente (leia aqui), o Kona tem esse nome para homenagear uma das ilhas que compõem o arquipélago do Havaí. Na Europa, porém, o batismo deverá ser Kauai, outra ilha da região. O motivo: “cona”, em Portugal, é o nome pejorativo para o órgão reprodutor feminino.

Marcando a chegada do Kona, a Hyundai oferece a versão especial Iron Man, em homenagem ao super-herói da Marvel. Ele tem a carroceria alargada e detalhes diferenciados, como as fileiras de LED nos faróis e as rodas exclusivas de 19 polegadas com pneus fora-de-estrada.

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