O Que Esperar Para 2017: Erros e Acertos IV


A quarta e última publicação da série ERROS E ACERTOS do especial O QUE ESPERAR PARA 2017 está pronta. Nela, o ALL THE CARS mostra os lançamentos de SUVs e Crossovers previstos para esse ano, sejam eles corretos ou não. A publicação original pode ser lida aqui, enquanto as outras três da série de 2017 estão disponíveis aqui, aqui e aqui.

NA MOSCA

Chevrolet Equinox (novo) – A Chevrolet havia anunciado um modelo inédito para o Brasil (leia aqui). Estudando a gama, não foi difícil apostar no Equinox. Juntando as peças, apontamos que o SUV desembarcaria por aqui na segunda metade do ano. A marca confirmou o modelo em março (leia aqui), mas as vendas só se iniciaram em outubro (leia aqui). Em novembro, foi a vez da versão LT aportar em solo tupiniquim (leia aqui).

Ford EcoSport (reestilização) – Nós havíamos apostado que a Ford renovaria o EcoSport em 2016, o que acabou não acontecendo. De 2017, claro, não poderia passar. Mas os planos atrasaram novamente: o ALL THE CARS apontou seu lançamento para o primeiro semestre, mas a chegada de fato ocorreu apenas em julho (leia aqui).

Honda WR-V (novo) – Já exibido pela Honda, o WR-V apenas aguardava o “momento certo” para ganhar as ruas. Apostamos firmemente que ele seria lançado no primeiro trimestre, como acabou acontecendo: a Honda lançou o aventureiro em março (leia aqui). Não era difícil prever ainda que ele viria com o motor 1.5 e a transmissão continuamente variável (CVT) do irmão Fit.

JAC T3/T40 (novo) – Acreditávamos que o novo crossover de acesso da JAC se chamaria T3, após os lançamentos de T5 e T6, ambos maiores. No entanto, a chinesa optou por identificá-lo como T40, adotando um novo padrão. O modelo chegou em agosto (leia aqui), um pouco depois do que prevíamos (“primeiro semestre”), mas teve uma novidade no fim do ano: será o primeiro veículo feito pela marca no Brasil (leia aqui), em uma fábrica em Itumbiara (GO).

Land Rover Discovery (nova geração) – Era questão tempo até que o Discovery desembarcasse no Brasil, afinal a Land Rover costuma oferecer sua gama por completo por aqui – ainda que não necessariamente venham todas as versões. Apostávamos na chegada para o meio do ano, mas ele veio já em março (leia aqui). Acertamos nas mecânicas: a marca decidiu importar os motores V6 a gasolina e a diesel.

Mercedes-Benz GLA (reestilização) – Aguardávamos o reestilizado GLA ainda para o primeiro semestre. No entanto, o crossover chegou em agosto (leia aqui). Porém, confirmamos as mudanças estéticas para dianteira, traseira e habitáculo e a manutenção dos motores.

Mini Countryman (nova geração) – Renovado na Europa em agosto de 2015, o Countryman até demorou a chegar por aqui. Mas enfim o fez. Apontamos que o desembarque ocorreria até setembro, mas ele foi adiantado para março (leia aqui). Sim, desembarque, pois o crossover não é mais produzido em Araquari (SC), na planta da BMW.

Nissan Kicks (nacionalização) – A nacionalização do Kicks estava prevista desde a concepção do crossover. Feito no México, ele fez sua estreia no mercado brasileiro. A produção nacional começou em abril (leia aqui), mas as vendas só se iniciaram em junho (leia aqui).

Peugeot 3008 (nova geração) – Mais um da série de “errou por um mês”, o 3008 fora previsto pelo ALL THE CARS para desembarcar no Brasil até maio. Pois a Peugeot, apenas para não nos deixar acertar a previsão, só trouxe o crossover em junho (leia aqui), iniciando sua pré-venda. As entregas começaram em agosto. Acertamos o motor 1.6 THP, que também era previsível.

Renault Captur (novo) – Este tiro foi certeiro: como  apontamos, o Captur chegou em fevereiro, com motores 1.6 SCe e 2.0 Hi-Flex e a transmissão automática de quatro marchas somente para o segundo (leia aqui). Este último conjunto acabou não vingando, o que fez a Renault oferecer a caixa CVT no menos potente (leia aqui).

Suzuki Jimny Canvas (nova versão) – Exibido no Salão de São Paulo de 2016, o Canvas chegou ao Jimny em março (leia aqui). Vendido sob encomenda, o conversível colocava fim na versão 4Sun do SUV, caracterizada por seu teto solar. Do jeito que veio, porém, também se foi: ele não consta em tabelas ou site, deixando dúvidas sobre sua continuidade.

Toyota RAV4 (reestilização) – Outra novidade previsível era a reestilização do RAV4. Previmos para o primeiro semestre, com ela chegando no fim de março (leia aqui). A chegada era questão de tempo: os retoques foram oficializados em 2015 nos Estados Unidos, mas a edição feita no Japão, de onde o modelo é importado para cá, demorou a receber a atualização.

AINDA TEM CHANCE (MESMO QUE POUCA)

Audi Q2 (novo) – O primeiro da lista de atrasadinhos é o Q2 (leia aqui). Crossover urbano da Audi, ele deve chegar ao longo de 2018 para brigar com o Mini Countryman. O motivo do atraso é a crescente demanda na Europa e a expansão prioritária de mercados menores, que podem ser melhor abastecidos pela fábrica alemã de Ingolstadt. Como exemplo, ele já é oferecido na Argentina (leia aqui).

BMW X2 (novo) – O atraso do X2 tem um motivo mais que justificável: seu atraso também lá fora. Aguardando o fim do ano para causar mais furor, a BMW deixou o modelo estrear somente no fim de outubro (leia aqui). Aí já era tarde. Mas ele vem para fazer frente a Mercedes GLA e Audi Q3.

Chery Tiggo2 (novo) – O lançamento do Tiggo2 era considerado certo para 2017 (leia aqui). No entanto, a venda da operação brasileira da Chery ao Grupo Caoa congelou momentaneamente sua chegada. Mas ele vem em 2018, como primeiro fruto da aliança, já sendo montado em unidades pré-série em Jacareí (SP).

Citroën C4 Cactus (novo) – Em fase final de testes, o Cactus atrasou sua chegada ao Brasil por um motivo bastante plausível: uma reestilização (leia aqui). O crossover está praticamente pronto para a produção em série em Porto Real (RJ), chegando às ruas já com o novo visual visto na Europa. Ele colocará a marca para brigar entre os SUVs e deve aposentar o C3 Aircross.

Honda CR-V (nova geração) – Mais um entre os atrasados, o CR-V tem uma motivação um pouco diferente dos demais. O Honda ainda não desembarcou por aqui, oriundo do México, devido à alta demanda nos Estados Unidos. No entanto, ele está mais do que confirmado para brigar com Jeep Compass e similares.

Kia KX3 (novo) – Apostamos forte que o KX3 ou um crossover similar viria ainda em 2017. Não erramos tanto assim: o primo Stonic chegará ao Brasil em 2018 para atuar entre os SUVs compactos (leia aqui). E ele terá origem mexicana, como o previsto, mas ainda não começou a ser montado por lá.

Lifan X80 (novo) – Exposto no Salão de São Paulo em 2016 (leia aqui), o X80 era tido como certo para esse ano. A própria Lifan garantiu seu lançamento. Mas novos atrasos impossibilitaram o início das vendas, que ficou para 2018 (leia aqui). A própria Lifan garantiu isso. Mas vai que aconteçam novos atrasos…

Renault Koleos (novo) – Outro confirmado por sua montadora, o Koleos “subiu no telhado”. Ainda não se sabe ao certo quando o SUV finalmente desembarcará por aqui, embora tenha sido prometido como o primeiro de três (leia aqui) – ao lado de Captur e Kwid. Acredita-se que a marca tenha reavaliado sua vinda devido à fraca aceitação do Captur, mas suas chances de vir ainda são significativas.

Toyota C-HR (novo) – A Toyota desconversa, diz que a unidade do C-HR circulando pelo Brasil é para testes genéricos e afirma que o modelo não vem. Mas a tática de esconder o jogo é antiga na marca. E fica difícil acreditar que ela não apostará no segmento de SUVs, ainda mais que seu crossover usa a plataforma modular TNGA, futuramente nacional. Pode ser que não venha em 2018, mas até 2019 ele deve ter um similar por aqui.

Volkswagen Tiguan (nova geração) – Por mais uma vez, a Volkswagen adiou o desembarque da segunda geração do Tiguan no Brasil. Feito no México com a variação Allspace, de sete lugares, o modelo acaba de desembarcar na Argentina (leia aqui). Só vamos conhecê-lo ao longo de 2018 – e sabe Deus em que época do ano.

ERROU FEIO, ERROU RUDE

Jeep Renegade (novo motor) – Calcanhar-de-Aquiles do Renegade, o motor 1.8 16v E.torQ segue no mercado. Atualizado na linha 2017 do SUV (leia aqui), o propulsor continua como sua única opção flex. Ao que tudo indica, a Jeep não pretende oferecer o 2.0 16v Tigershark para não correr risco de canibalizar as vendas do Compass. Isso significa que ele, de fato, não moverá o irmão menor.

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