Aston Martin apresenta DBS Superleggera como seu novo “Super GT”


A Aston Martin já tem um outro gran turismo para chamar de seu. A marca inglesa anunciou a chegada do DBS Superleggera, seu mais novo “Super GT”, que substitui o Vanquish S (leia aqui). Ele toma por base o recém-chegado DB11 (leia aqui), mas conta com desenho próprio e mais potência, a fim de se posicionar acima. De quebra, retoma o batismo utilizado originalmente na empresa em 1967. Ele já pode ser reservado em Europa e Estados Unidos, com primeiras entregas previstas para o terceiro trimestre.

Apesar do compartilhamento das carrocerias, o DBS tem visual diferente do DB11. A dianteira exibe faróis tradicionais da Aston Martin, sem as linhas sinuosas do irmão, e grade maior, tomando quase toda a porção vertical do para-choque. O capô tem vincos pronunciados e grelhas para respiro. Nas laterais, destaque para a pintura preta de retrovisores, rodas, colunas, teto e as “guelras” dos para-lamas. A traseira é um pouco mais empinada, com lanternas afiladas e unidas e o logotipo da marca trocado pelo nome escrito por extenso. No para-choque, contornos revistos e duas saídas de escape duplas.

O habitáculo, contudo, segue o estilo do DB11. O painel é praticamente o mesmo, alterando-se o volante e o quadro de instrumentos virtual. Também há acabamento em preto brilhante no lugar dos cromados em portas, console, maçanetas e outros detalhes.

Para fazer jus ao batismo “Superleggera, que indica versões com menor peso, o DBS recebeu uma série de componentes leves. Painéis da carroceria em fibra de carbono, discos de freio em carbono-cerâmica e rodas forjadas estão entre os ingredientes da receita. A Aston Martin fala em 72 kg a menos que o DB11, com 1.693 kg, sem fluidos, apoiados 51% sobre a dianteira.

Mas além do menor peso, o DBS tem mais força que o DB11. Seu motor é o mesmo 5.2 V12 biturbo, mas com uma série de modificações. Não há muitos detalhes a respeito, mas a Aston destaca o sistema de escape revisto entre elas. O pacote de alterações misteriosas, porém, deu resultado. Agora são 725 cv (6.500 rpm) e 91,8 kgfm (1.800-5.000 rpm), nada menos que 117 cv e 20 kgfm a mais que o DB11.

Para enviar a força às rodas traseiras, a marca manteve o câmbio automático ZF de oito velocidades. Assim, o DBS acelera de zero a 100 km/h em 3,4 segundos e a 160 km/h em 6,4 s. A retomada de 80 a 160 km/h ocorre em 4,2 s. Os dados oficiais da Aston Martin, indicam ainda a velocidade final de 339 km/h.

A última vez que a Aston Martin usou o batismo DBS fora numa variação do DB9 produzida entre 2007 e 2012 (leia aqui).

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