O Que Esperar Para 2018: Erros e Acertos I


Terminado mais um ano, o ALL THE CARS volta a fazer suas previsões de lançamentos e atualizações para o período seguinte. No entanto, antes de publicamos nossas profecias, trazemos ao leitor nosso especial ERROS E ACERTOS com um levantamento de tudo o que apostamos anteriormente. Nele, mostramos onde duplicamos e onde perdemos nossas fichas na série O QUE ESPERAR PARA 2018. Confira abaixo a primeira de quatro publicações deste especial. O post original pode ser lido clicando aqui.

NA MOSCA

Ford Ka (reestilização) – Prever a chegada da reestilização de meia vida do Ka não era tarefa árdua: o modelo já vinha sendo flagrado e a Ford não poderia perder a oportunidade de reforçá-lo no mercado. Todavia, ele até que demorou, chegando de fato às lojas apenas em julho (leia aqui). Acertamos a chegada do câmbio automático, mas titubeamos e não cravamos o motor 1.5 12v do EcoSport, que de fato acabou incorporado pelo compacto.

Kia Picanto (novo) – A Kia cumpriu o que havia prometido e apresentou a terceira geração do Picanto ao Brasil (leia aqui). Embora tenhamos apontado sua vinda para os primeiros dias de 2018, com vendas “iniciando ainda na metade inicial”, ele chegou em fevereiro para ficar. Convenhamos, essa também foi fácil.

Mercedes-Benz Classe A (novo) – A Mercedes-Benz oferece quase toda sua gama no Brasil e os produtos são alinhados aos oferecidos na Europa sempre que possível – em geral, em até um ano depois de seu lançamento por lá. Por isso, não foi difícil prever o desembarque da quarta linhagem do Classe A por aqui. Mas nós acertamos praticamente tudo: ele foi oficializado ao público no Salão de Genebra (leia aqui) e aproveitou o de São Paulo (leia aqui) para se exibir aos brasileiros.

Subaru Impreza (novo) – Acertamos o período (maio) e o modelo (Impreza), mas erramos o nome. Por ora, a Subaru oferece apenas a variação aventureira do hatch no Brasil, comercializada como XV (leia aqui). É como se o CrossFox fosse lançado antes do Fox, por exemplo. No caso dos japoneses, porém, a vinda das versões “civis” não foi garantida pelo representante nacional, o Grupo Caoa.

Toyota Yaris (novo) – Apesar de ser um produto já confirmado pela Toyota, nós acertamos o Yaris meio que tortuosamente. A marca anunciou o modelo para o segundo semestre, mas o adiantou para junho (leia aqui). Nós ainda apostamos que ele teria motores 1.5 e 1.8, o que aconteceu parcialmente: apenas o primeiro é oferecido e ainda há um 1.3 para as opções de acesso do hatch. Mas, fazendo um lobby próprio, vamos tolerar os deslizes…

Volkswagen Gol (reestilização) – Era apenas questão de tempo até que o Gol recebesse a dianteira com faróis maiores: apostamos no segundo semestre, mas ele veio já em maio (leia aqui). Acertamos também ao prever a oferta do câmbio automático junto do 1.6 16v de 110/120 cv, em substituição ao conjunto formado pelo 1.6 8v de 101/104 cv (que segue com a caixa manual) e a transmissão automatizada I-Motion.

Volkswagen Golf (reestilização) – A atualização da família Golf era apenas questão de tempo, pois o modelo estava pronto. Tão pronto que esperávamos o lançamento para o primeiro trimestre, mas ele só veio em junho (leia aqui). Apostamos que o híbrido GTE seria lançado por aqui simultaneamente, mas não foi o que aconteceu: a Volkswagen só veio confirmá-lo de fato em novembro, no Salão de São Paulo, prometendo as vendas para 2019 (leia aqui).

Volkswagen Polo (versão) – Aqui, tivemos um acerto duplo de dar orgulho. Primeiro, garantimos a chegada da versão esportiva GTS para 2019, o que só viria a ser oficializado em novembro (leia aqui), e depois cravamos a união do motor 1.6 16v à caixa automática de seis marchas. O conjunto já era utilizado nas unidades para exportação, mas cabia tranquilamente na gama do hatch. E foi o que acabou acontecendo, justamente como apontamos: no segundo semestre, logo depois do Gol automático (leia aqui).

AINDA TEM CHANCE (MESMO QUE POUCA)

BMW Série 1 (novo) – Esse erro quase nos forçou a colocá-lo para a seção de “erro rude”, mas acabamos deixando-o aqui por que ele de fato vai desembarcar no Brasil. No entanto, a derrapada foi forte. Primeiramente, acreditamos que as versões “comuns” não seriam mais oferecidas por aqui, devido ao tempo que ficaram fora de linha (leia aqui). Mas elas voltaram (leia aqui). Depois, apontamos que elas até retornariam, mas com a terceira geração, que seria oficializada no Salão de Genebra. A nova linhagem segue em desenvolvimento e só agora está em fase final de desenvolvimento, tendo ficado para 2019. Nossa sorte: ela será vendida aqui também.

Kia Rio (novo) – Nós já cansamos de falar que a Kia lançará o Rio no Brasil e nada acontecer. A cada novo ano apostamos outra vez no “agora vai”. E faremos isso de novo, por isso ele segue aqui (onde está pela terceira vez). Por que? Porque o Rio já foi homologado pelo Inmetro (leia aqui) e teve sua chegada confirma novamente ao País (leia aqui). Qual o problema agora? O câmbio. O Grupo Gandini, representante nacional da Kia, alega que o dólar ainda está alto e aguarda uma diminuição em seu valor para oferecer o hatch.

Renault Sandero (reestilização) – O ALL THE CARS revelou, em primeira mão (leia aqui), a reestilização exclusiva do Sandero brasileiro, no fim de 2017. Parecia, então, que estava tudo pronto par seu lançamento ainda nesse ano. Aparentemente, a Renault não tem pressa em renová-lo, pois o hatch ainda figura entre os mais emplacados, mesmo com mais de quatro anos de mercado (leia aqui). Todavia, de 2019 os retoques não passarão, pois o francês precisará se reforçar contra a chegada de concorrentes como as novas gerações de Chevrolet Onix e Hyundai HB20.

ERROU FEIO, ERROU RUDE

Citroën C3 (reestilização) – As vendas retraídas para um veículo que já foi referência entre os “compactos premium” nos fizeram acreditar – assim como os rumores – que o C3 receberia uma reestilização como sobrevida. Lançado por aqui em agosto de 2012 (leia aqui), o hatch vive um de seus piores momentos comerciais no Brasil ao longo de sua história, incluindo sua primeira geração. Mas, aparentemente, a PSA não quer investir mais no compacto atual: tudo o que fez em 2018 foi criar uma versão chamada Urban Trail (leia aqui). A Citroën vai priorizar seu substituto direto, que terá plataforma modular e deve ser oficializado no fim de 2019 (leia aqui).

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