Ghosn paga nova fiança e deixa prisão no Japão pela segunda vez


Carlos Ghosn foi libertado provisoriamente pela segunda vez no Japão. Como na primeira oportunidade (leia aqui), o executivo pagou fiança para ficar livre enquanto as investigações se desenrolam. O Tribunal de Tóquio exigiu o custeio de 500 milhões de ienes, equivalente a R$ 17,7 milhões, para favorecer o brasileiro.

Apesar de ter pago a fiança, Ghosn terá ainda de cumprir algumas determinações da Corte. Uma delas é de não se comunicar com sua esposa Carole sem permissão prévia. A sanção teria ocorrido porque ela foi interrogada recentemente pelos investigadores e solicitou, publicamente, apoio do governo francês ao ex-CEO da Renault-Nissan.

Mesmo com o alto valor de fiança e a proibição do contato com a esposa, os promotores apelaram contra a liberação de Ghosn. O Tribunal tomou decisão favorável ao brasileiro, mas manteve a exigência de que ele não deixe o Japão. A Justiça também determinou que o julgamento aconteça até o fim do ano.

Carlos Ghosn foi preso em novembro de 2018 (leia aqui), acusado de esconder bonificações recebidas por resultados da Nissan e de usar o capital da empresa para custear gastos pessoais.

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