Hyundai apresenta sétima geração do Elantra com visual ainda mais ousado


Se a dianteira da reestilização de meia vida do Elantra atual já causou discussão (leia aqui), todo o visual da sétima linhagem do sedã promete render conversa. A Hyundai oficializou as linhas do modelo na Califórnia, Estados Unidos, confirmando sua chegada às lojas para o último trimestre de 2020 à terra do Tio Sam. Por aqui, após o fim da oferta (leia aqui), não há previsão de retorno.

Seguindo a escola pouco ortodoxa dos últimos Hyundai – como experimentamos aqui com o renovado HB20 (leia aqui) -, o Elantra tem formas “esculpidas”, parecendo ter sido entalhado em superfícies como as das portas. A dianteira tem grade “bocão”, praxe na indústria atual, integrando-se aos faróis sinuosos e ao capô curvo fortemente vincado. O teto segue alto até quase o fim das portas traseiras, decaindo ao estilo fastback e criando um degrau sobre a tampa do porta-malas. A porção posterior exibe lanternas irregulares unidas, tal qual se vê no i20 europeu (leia aqui). Pelo conjunto, a marca coreana o descreve como um “cupê de quatro portas”.

O habitáculo é bem menos ousado que a carroceria, trazendo contornos já vistos, por exemplo, no último Azera (leia aqui). Todavia, os materiais não apelam à extravagância, tampouco há superfícies sensíveis ao toque para comandar o ar-condicionado. O volante de quatro raios e a alavanca de câmbio lembram os empregados no i20 (leia aqui). Já as duas telas, para quadro de instrumentos e central multimídia, possuem 10,25 polegadas.

A Hyundai afirma ter construído o Elantra sobre a terceira geração da plataforma K3. Nessa linhagem, o sedã mede 4,676 metros de comprimento (+5,5 centímetros), 1,826 m de largura (+2,5 cm) e 1,415 m de altura (-2,0 cm), com 2,720 m de entre-eixos (+2,0 cm). O espaço entre os pares de roda é o maior dentre os principais rivais nos EUA, ficando atrás em comprimento somente para o VW Jetta.

Em seu lançamento, o Elantra estará disponível apenas com o motor 2.0 aspirado a gasolina de 149 cv e 18,3 kgfm, com queima em ciclo Atkinson, focada em maior eficiência energética em detrimento à potência. Ele atuará apenas com a transmissão continuamente variável (CVT). Aos ávidos por ainda mais frugalidade, haverá a inédita variação híbrida, prevista para 2021. Ela combina o 1.6 GDI a gasolina a um propulsor elétrico, disponibilizando totais 141 cv e 26,9 kgfm. O câmbio é de dupla embreagem e seis marchas, enquanto a bateria possui 1,32 kWh de capacidade. A autonomia usando eletricidade não foi informada, mas não é de se esperar muita coisa.

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