Mini faz retoques no Countryman


Apresentada no fim de 2016 (leia aqui), a segunda geração do Mini Countryman passa agora por sua revisão de meia vida. Os retoques visuais são leves, aproximando o modelo dos irmãos mais recentes. Há também novidades em termos de equipamentos e na mecânica, com a adoção de uma nova transmissão. As alterações chegam ao Brasil nos próximos meses.

As formas gerais do Countryman foram mantidas, mas seu aspecto foi ligeiramente alterado na reforma. A dianteira exibe grade com grelha revista, faróis redistribuídos internamente com LED de série – e opção de LED Matrix – e para-choque totalmente redesenhado, o que inclui tomada de ar, luzes de neblina e “peito de aço”. Nas laterais, mudam as rodas, enquanto a traseira exibe também para-choque revisto e lanternas com interior modificado: elas adotam o padrão da bandeira Union Jack, do Reino Unido, como no hatch. O pacote externo com detalhes em preto brilhante é opcional.

O habitáculo também muda sutilmente. Além das novas combinações de revestimento, agora o Countryman traz uma alavanca de câmbio com aspecto futurista, como nos modelos da BMW, e a opção de quadro de instrumentos digital. O volante revestido em couro passa a ser item de série na Europa, enquanto a central multimídia oferece dois diferentes sistemas – um deles com navegador por GPS nativo – e o console recebe carregador de smartphone sem fio.

Na gama de motores, alterações principalmente para reduzir as emissões, com a aplicação de filtro de partículas nas opções a gasolina e catalisador com ureia AdBlue nos diesel. Foram feitas também alterações no coletor de escape e na injeção, agora com maior pressão. A gasolina, os motores são o o 1.5 aspirado de 102 cv (One) e os 1.5 turbinados de 136 (Cooper) ou 178 cv (Cooper S). A diesel, há os 1.6 de 116 cv (D), 150 cv (Cooper D) e 190 cv (Cooper SD), todos com câmbio manual ou opção de caixa automática de sete ou oito velocidades, a depender da variação.

O Cooper SE, com sistema híbrido plug-in (PHEV), também passou por mudanças. A potência combinada baixou de 224 para 220 cv, enquanto a bateria reduziu sua capacidade bruta de 10 para 9,6 kWh. Em contrapartida, a autonomia estimada em modo elétrico avançou de 46 para 55 km.

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