Dacia oficializa elétrico Spring; modelo deriva do Renault K-ZE/Kwid chinês


Adiantado em formato conceitual em março (leia aqui), o compacto Spring teve seu lançamento confirmado pela Dacia na Europa. Derivado do K-ZE, a versão elétrica do Renault Kwid na China (leia aqui), o modelo será comercializado somente com propulsão ecologicamente correta. Prometendo ser o mais barato do tipo no Velho Continente, ele estreia por lá no segundo trimestre de 2021, mas já pode ser reservado em alguns mercados.

Em relação ao K-ZE asiático, o Spring traz mudanças leves. Na dianteira, mudam apenas a grade, com o padrão da Dacia, e o corte do capô, não mais influenciado pelo logotipo da Renault, claro. Atrás, as lanternas recebem nova disposição interna e composição parcial em LED. Já o interior troca apenas a central multimídia e o volante, que adota o padrão de quatro raios da marca romena.

Diferentemente do que se imaginava, o sistema de propulsão não foi alterado em relação ao K-ZE. O motor entrega 45 cv, com baterias de 26,8 kWh. O conjunto leva o Spring aos 125 km/h, com autonomia homologada de 225 km. Com o modo Eco, a máxima é limitada a 100 km/h, mas a Dacia não divulga o ganho em distância percorrida. A recarga total da energia pode levar entre cinco (ponto de 6,6 kW) e 14 horas (de 2,3 kW), com “menos de uma hora” para repor 80% da energia em eletroposto de 30 kW.

Além da propulsão, a Dacia destaca que o pequeno porte do Spring, com seus 3,73 metros de comprimento e 1,62 m de largura, facilitando seu uso em cidades: o diâmetro de giro é de 9,6 m. A marca garante “quatro genuínos lugares para adultos”, além de ressaltar o porta-malas com 300 litros. Na lista de itens, há seis airbags, frenagem automática de emergência, controle de estabilidade (ESP), vidros e travas elétricos e faróis em LED. Como opção, são citados ar condicionado, central multimídia e estepe com mesma medida das rodas “do chão”.

Como argumento de venda, a marca aponta que o Spring será o elétrico mais acessível da Europa. Considerando-se os gastos de aquisição e uso, a Dacia afirma que ele é o mais barato de se manter, mesmo comparado a veículos a combustão. Ainda assim, ela acredita que a maior demanda pelo veículo será para serviços de compartilhamento e locação.

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