F1: Equipes aprovam congelamento de motores, como queria a Red Bull


Padrão atual (1.6 V6 Híbrido) foi aplicado em 2014

A Fórmula 1 confirmou o congelamento no desenvolvimento de motores para 2022, como pleiteava a Red Bull. Após reunião dos organizadores da competição com as escuderias, os fabricantes de propulsores e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) optaram por manter a unidade de potência atual sem alterações até 2025, quando entra em vigor um novo regulamento. A solução era pleiteada pela Red Bull como única alternativa para viabilizar a compra da estrutura da Honda, que deixará de fornecer propulsores aos times da marca de bebidas ao final de 2021 (leia aqui).

Com a decisão unânime de “congelar” os motores atuais, permitindo apenas que eventuais novos fabricantes possam fazer ajustes, a Red Bull deve concretizar a aquisição do setor da Honda. Dessa forma, a empresa investe na compra do complexo, tendo ainda quatro temporadas para produzir o conjunto motriz atual sem onerar tantos custos adicionais. Em nota, a F1 ressaltou que o veredicto conjunto é “um passo significativo para o esporte” e que reflete “o espírito colaborativo e de união”.

Quando se falou no congelamento dos motores, em um primeiro momento, somente a Mercedes – talvez por razões “óbvias” – concordou com a medida. Pouco depois, contudo, Renault e Ferrari também apoiaram a decisão.

NOVIDADES EM 2025

Dessa forma, a atual unidade formada pelo 1.6 V6 com propulsores elétricos auxiliares permanece como está até 2024. Em 2025, passa a valer um novo padrão, ainda a ser definido. Segundo a F1, foi criado um grupo de trabalho com atuais e potenciais futuros fabricantes de motores para a categoria, além de fornecedores de combustível. Eles conduzirão o futuro regulamento.

O grupo de trabalho terá cinco objetivos na criação do novo motor. Entre eles, está a capacidade de queimar combustível completamente renovável, com grande chances da adoção de etanol, e a alta geração de energia. A F1 fala ainda em um propulsor com “relevância automotiva e social e ambientalmente sustentável”, que tenha custos de produção menores que os atuais e seja atrativo para novas fabricantes.

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