Alfa Romeo volta ao Uruguai


Apesar de uma grande legião de fãs no Brasil, a Alfa Romeo segue sem planos de operar oficialmente por aqui. No Uruguai, porém, a marca italiana confirma o retorno, após seis anos de ausência. A operação será conduzida pelo importador local Alfalider, que já comercializa o primeiro produto: o sedã Giulia.

No país vizinho, o Goilia desembarca em versão única, com motor 2.0 Turbo a gasolina de 200 cv, câmbio automático de oito marchas e tração traseira. O conjunto leva o sedã de zero a 100 km/h em 6,6 segundos, com máxima de 230 km/h. O pacote de itens é o da variação Distinctive, que garante sete airbags, sistema de vetorização de torque, leitor de placas, aviso de mudança de faixa, alerta de colisão iminente com frenagem autônoma, diferencial com deslizamento limitado, entre outros.

O preço é tabelado em US$ 79.990 (R$ 430.930), mesmo valor tabelado por lá para Audi A4 2.0 Quattro e Mercedes-Benz C300 AMG Line.

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Um comentário sobre “Alfa Romeo volta ao Uruguai

  1. Araújo Bento disse:

    Alfa Romeo é um modelo de carro muito bom muito confortável, robusto, ótima suspensão e muito seguro excelente desempenho também econômico na condição de estrada e torque máximo. A linha alfa Romeo foi projetada para carros de competição e alto rendimento térmico do motor essa linha foi usada nas competições de Fórmula 1 desde o início dos anos 1950 e na década seguinte a ALFA Romeo foi comprada pelo grupo Fiat se tornando a linha de carros de luxo do grupo Fiat Alfa Romeo. Eu trabalhei no grupo Fiat Alfa Romeo no Brasil na década de 1970 pela Fiat Enginnering que implantou fábricas da Fiat Automóveis Alfa Romeo e do grupo Fiat Allis no Brasil em Betim MG e Xerem RJ.
    Foi uma pena a saída da fábrica da Alfa Romeo do Brasil em meados de 1986 pois os modelos fabricados pela Fiat Alfa Romeo no Brasil sempre foram muito robustos e resistentes às condições climáticas e as estradas do Brasil. O projeto do PRO ALCOOL em 1982 com certeza influenciou a saída da fábrica da Alfa Romeo do Brasil em 1986 pois o carro usava gasolina de altíssima octanagem e a linha de produção desse combustível foi desativada por causa do projeto do PRO ALCOOL e a decretação da “gasolina B” ou seja da mistura obrigatória de 22% de etanol na gasolina isso começou a valer e virou lei ambiental em 1982. A gasolina A (gasolina 100% sem mistura) desde 1982 só existe nas refinarias e nas distribuidoras é feita a mistura exigida por lei ambiental no início dos anos 1980 essa mistura de etanol na gasolina era 22% em volume e mais recentemente 27% em volume ou seja gasolina A no Brasil só tem nas refinarias.
    O alfa Romeo não poderia funcionar com essa mistura legal no Brasil de 27% de etanol na gasolina pois é um motor de competição de elevada RC razão de compressão muito mais elevada que os motores convencionais isso explica porque a Alfa Romeo teve que sair do Brasil o projeto do PRO ALCOOL levou o grupo a sair

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