Baseada na Ford Ranger, Volkswagen Amarok chega à segunda geração


Foto de - volkswagen amarok 2023Um dos principais elementos no acordo firmado entre Ford e Volkswagen era a segunda geração da Amarok, que acaba de ser oficializada pela montadora alemã. Derivada da última Ranger (leia aqui), a picape muda em todas as áreas, mantendo “somente” o nome em relação à antecessora. Infelizmente, ela não será vendida no Brasil: a atual linhagem continuará em produção na Argentina, de onde é despachada para cá, com modificações (leia aqui).

Construída sobre a plataforma T6 da Ford, a Amarok terá cabines simples e dupla, mas só a segunda foi apresentada agora. Ela mede 5,355 metros de comprimento (+3,4 centímetros) e 3,270 m de entre-eixos (+17,3 cm), prometendo melhora considerável no espaço do banco traseiro. A largura é agora de 1,910 m (-3,4 cm), com altura ficando em 1,880 m (+1 cm), variando pelo tamanho de rodas e pneus, que têm entre 17 e 21 polegadas. Como na Ranger, a Amarok reduz os balanços dianteiro e traseiro, a fim de melhorar ângulos de entrada e saída. Além disso, a capacidade de transpor por trechos alagados chega agora a 80 cm (+30 cm).

No visual, a Amarok não esconde o parentesco com a Ranger, devido às formas gerais da carroceria. Contudo, traz elementos próprios, já esperados, como faróis, grade, para-choques, para-lamas, lanternas, tampa da caçamba e rodas, entre outros. Alguns itens vêm da Ford, a saber: retrovisores, maçanetas, janelas, estribos e demais componentes.

Foto de - volkswagen amarok 2023

O interior tenta se alinhar a outros VW, adotando o volante padrão da marca, mas nem mesmo as linhas do painel fazem bem esta ponte. A maior parte das peças é típica da Ford, como se nota nos botões de vidros e iluminação, nas alavancas atrás do volante, no manete do câmbio e até mesmo no quadro de instrumentos, que parece um pouco fora do padrão da empresa alemã. A central multimídia vertical é uma versão repaginada do sistema Sync4, da Ford. Há cinco níveis de acabamento (Amarok, Life, Style, PanAmericana e Aventura), com as versões mais equipadas trazendo faróis em LED Matrix, aparelho de som Harman Kardon e mais de 20 assistentes de condução.

A gama de motores será similar à da Ranger, com as ofertas variando de acordo com o país. A gama a gasolina terá apenas o 2.3 Turbo a gasolina da família EcoBoost, que desenvolve 302 cv exclusivamente na Amarok. A família a diesel reúne outras quatro opções: 2.0 de 150 cv, 2.0 de 170 cv, 2.0 Biturbo de 209 cv (204 cv, a depender do mercado) e 3.0 V6 de 250 cv (ou 241 cv, também variando segundo o país).
As transmissões podem ser manual, de cinco ou seis marchas, ou automática, com seis ou 10 velocidades. Já a tração integral 4Motion não será de série nos modelos de entrada, a depender – novamente – do local. A capacidade de carga subiu, chegando a 1.160 kg, e é possível transportar até 350 kg no teto. Entre os acessórios da VW, há tenda (que pode ser instalada no teto), snorkel, santantônio mais envolvente, capota rígida na caçamba, entre outros.
Com mais de 830 mil unidades vendidas na primeira geração, a Amarok, como dissemos, seguirá nesta linhagem em alguns mercados. A segunda será feita pela Ford na África do Sul, de lá sendo exportada para vários cantos do planeta – exceto o nosso.
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