Dieselgate: Porsche reconhece dispositivo irregular em Cayenne e Macan


O escândalo Dieselgate, iniciado com produtos da Volkswagen, enfim respingou “oficialmente” na Porsche. Também acusada de fraudar testes de emissões com um dispositivo específico acoplado ao motor, a fabricante de esportivos admitiu que o software de gerenciamento dos propulsores a diesel dos modelos Macan e Cayenne também altera o comportamento para laboratórios. A empresa informou que vai corrigir a “falha” em 22 mil unidades vendidas na Europa, das quais 7,5 mil estão na Alemanha.

Em seu comunicado, a montadora de Stuttgart reconheceu a fraude. “A Porsche detectou irregularidades no software de controle do motor durante investigações internas, como apontado pela Autoridade Alemã de Transporte de Veículos (KBA). Foi acordado com a entidade que serão feitas correções por uma atualização do sistema”, diz a nota. No caso, o propulsor é o 3.0 V6 TDI, que move não apenas Cayenne e Macan, mas também é adotado pelo VW Touareg e pelos Audi A4, A6, A8, Q5 e Q7. Sua base, aliás, é a mesma da Amarok V6, que começou a ser produzido recentemente na Argentina e que chega ao Brasil nos próximos meses, embora o software da picape seja diferente.

Ainda não se sabem os caminhos que a Porsche tomará em outras regiões do planeta onde os modelos foram comercializados. No entanto, dada a rigidez das leis, a situação pode ficar complicada nos Estados Unidos.

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