Mitsubishi pode deixar Europa

Mitsubishi Outlander PHEV

O plano global formado com as aliadas Renault e Nissan (leia aqui) pode causar a saída da Mitsubishi da Europa. Apesar de ser apontada como líder no desenvolvimento de híbridos plug-in (MHEV), a marca dos três diamantes ainda não sabe, ao certo, se fornecerá os sistemas para as parceiras ou terá veículos completos com o equipamento no Velho Continente. Foi o que indicou seu CEO, Takao Kato, em uma coletiva de imprensa, como reporta a agência Automotive News.

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França libera empréstimo à Renault

Após apresentar seu plano de reestruturação global (leia aqui), a Renault conseguiu obter crédito junto ao governo da França, detentor de 15% de suas ações. A concessão do empréstimo estatal era condicionada a um programa de readequação da montadora, a fim de reorganizar suas operações e, claro, estancar a sangria financeira. Como esperado (leia aqui), o valor liberado ronda os € 5 bilhões, equivalente, no câmbio de hoje, a R$ 28,7 bilhões.

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Lada Niva deixa a Europa

Um ano depois de receber nova motorização para manter sua autorização de vendas na Europa (leia aqui), o Lada Niva acabará se despedindo do Velho Continente pelo mesmo motivo. Com um propulsor incapaz de alcançar os níveis de emissões estipulados na região, o veterano enfim deixará de ser vendido por lá. Oferecido até o momento como “4×4”, seu batismo de alguns anos pra cá, ele sai de linha sem deixar substituto.

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Kia retoca Picanto na Europa

Depois de estrear na Coreia do Sul (leia aqui), a reforma de meia vida do Picanto chega agora à Europa. As novidades do subcompacto são praticamente as mesmas do primo asiático, vendido em seu mercado nativo como Morning, mas a gama de motores é a mesma de outrora. Como o leitor do ALL THE CARS já sabe, tais mudanças não serão vistas por aqui, haja vista a descontinuação do modelo há um ano (leia aqui).

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França injeta recursos para liderar produção de elétricos na Europa

Renault Zoe

O governo da França anunciou um aporte de € 8 bilhões (R$ 46,5 bilhões a câmbio de hoje) como forma de tornar o país o maior produtor de veículos ecologicamente corretos da Europa. Logicamente, o dinheiro serve como incentivo às montadoras locais, principalmente à Renault, que amarga uma grade crise financeira. Para tanto, explica o presidente Emmanuel Macron, as empresas devem priorizar as fábricas locais no que tange, claro, à fabricação de propulsores e carros elétricos.

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